O Senhor realiza maravilhas em minha vida em qualquer lugar que Ele me enviar

Sou Ítalo Anderson, tenho 19 anos  e sou vocacionado da Comunidade  Shalom na missão de Braga, em Portugal. Sou natural de Fortaleza, onde conheci a Comunidade. Em setembro de 2013, o Senhor me concedeu a graça de uma bolsa de estudos na Europa, e desde então estou morando em Porto, estudando Matemática. Em julho de 2012, eu estava ensaiando para o Festival Halleluya e prestei vestibular para a UECE (Universidade Estadual do Ceará). Foi nesse momento que Deus mais me surpreendeu. Em meio à intensa rotina de ensaio nas várias tardes, noites e finais de semana com bandas, com o corpo de baile próprio do Festival, com as ações de divulgação, era vontade do Senhor a minha vaga na universidade. O que ficou mais forte pra mim nesse tempo de processo seletivo foi o fato de Deus ir me pedindo, pedindo, pedindo. Na véspera da segunda fase do vestibular, como eu tinha decidido viver aquilo que Ele queria pra mim, fui dando aquilo que Ele me pedia e vivendo “a vontade de Deus que é o meu paraíso”. Como Ele é fiel, fui aprovado em Matemática e cursei um ano no Brasil, até que surgiu a oportunidade de uma bolsa para estudar fora. Falei com meu acompanhador e ele me disse que eu deveria tentar, pois não custaria nada, e pediu para que eu entregasse nas mãos de Deus, pois Ele sempre quer o melhor pra mim. Dois meses se passaram e viajei para Portugal. A primeira semana foi super difícil, era a semana do meu aniversário. Entrei em contato com a missão de Braga, que fica perto da cidade onde moro hoje, e uma das missionárias me falou: “Meu filho, pode vir até nós, nós somos sua família! Conte conosco!”. Demorei um pouco para ir por conta da novidade que era a faculdade, das coisas que eu precisava resolver, documentação, etc. Na primeira oportunidade, fui para “casa” e foi justamente o que aconteceu: senti-me em casa! Fui vendo que Deus já tinha pressa em me colocar a serviço. Pouco tempo depois que cheguei a Arquidiocese de Braga, foi realizado um evento que era voltado para os jovens e ele terminaria com um show do Shalom. Foi aí onde tudo começou! Aceitei o convite e ali eu tive uma experiência incrível com o Carisma, com a parresia, com a juventude. Era incrível ver como Deus se utilizou de cada um de nós que estávamos naquela noite para dar o novo, o diferente que aqueles jovens tanto buscavam e que os inquietava. Durante o show com as coreografias simples, com as improvisações, com o chamar jovens para dançarem conosco, com a simplicidade, Deus foi manisfestando Sua graça e dando uma alegria que alguns daqueles jovens desconheciam. Foi uma experiência muito diferente pra mim, mas que me fez perceber que Deus é simples e que o louvor sincero e verdadeiro agrada o Seu coração e renova nossa alma. Mas não parou por aí. Um padre pediu à Comunidade um workshop de dança para os jovens que estavam desmotivados, que estavam desistindo da Crisma. Como era um pedido da Igreja, a Comunidade aceitou e me lançou o convite. Na mesma hora eu aceitei. Só depois que cheguei em casa me dei conta do que eu tinha aceitado. Mas, como Deus se utiliza de tudo, fui até o fim.  Na hora que parei para pensar, várias coisas se levantaram, pensamentos de incapacidade, vontade de desistir, etc. Mas é justamente nessas horas que devemos ouvir aquilo que Deus nos pede. Assim fiz e pedi de todo coração que Ele me concedesse a graça, pois era um novo muito grande pra mim. E como Deus é Deus, assim Ele o fez. Assim que chegamos, encontramos o local fechado, esperamos na rua, no frio, mas como ser Shalom é ser criativo, começamos a cantar, dançar no meio da rua e quando apareceram para abrir o local, já éramos mais ou menos 20 pessoas entre portugueses e brasileiros cantando e dançando. Assim que entramos no local onde seria o workshop, minhas pernas tremeram, minha vista embaçou. Fui rezar e disse: “Senhor, agora é a tua vez. Vamos lá!” Subi ao palco e o Senhor fez o resto. O que ficou mais forte pra mim desse dia foi a abertura de coração daqueles jovens por algo que preeencha o vazio que eles sentem, que responda às perguntas que eles tem, que os ame de forma simples e concreta. Resume-se em uma coisa: O Amor de Deus! E, assim, Deus foi fazendo naquela noite, na qual tivemos por volta de 30 jovens louvando a Deus ao som de “Estrangeiro Aqui”. O Senhor realiza maravilhas em minha vida através da arte, da missão, seja no Brasil,em Portugal, em qualquer lugar que Ele enviar! Sou plenamente feliz por ter descoberto e viver esse amor infinito que me leva além de tudo o que um dia sonhei pra mim e que me faz alçar o livre voo dos filhos de Deus. “Não é tarefa fácil, mas se Deus nos chama, é a nossa alegria e felicidade. Com nossos corações cheios de desejo, devemos responder dizendo: ‘Sim, Pai, não é fácil, mas eu desejo, eu quero eu vou. Amém!’”

Loucura para os homens

Eu me chamo Thácio Araujo Romano, tenho 25 anos esou missionário da Comunidade de Vida Shalom na Diocese de Macapá. Quero falar de minha alegria de ser um jovem que escolheu a vida consagrada no celibato pelo Reino dos Céus. Certo dia em uma entrevista, uma médica me falou que o sentido da sua vida e vocação está em ajudar aqueles que passam por necessidades, que precisam de cuidados na área da saúde e que sofrem por problemas sérios. Em seguida, ela me perguntou: “O que dá sentido à sua vida tendo você optado por renunciar a tudo, até mesmo à constituição de uma família e a todos os bens, sendo tão jovem?” Respondi com a mesma ou até maior alegria e empolgação que vi no seu rosto ao falar de sua profissão: “Em certa madrugada, um jovem ligou para mim muito aflito dizendo ter tentado suicídio, falando não ter mais sentido de vida e suplicando: POR FAVOR ME AJUDE! Aquela voz ficou em minha cabeça e no meu coração. O  clamor desse jovem e de tantos outros que ainda não conhecem o amor que um dia eu conheci e que mudou a minha vida é o que me motiva a me ofertar mais e mais e gastar meu tempo na evangelização e formação desses que se encontram distantes do Amor de Deus. Escolhi não ter apenas um, dois ou até cinco filhos, mas ter a humanidade inteira como meus filhos espirituais, tudo por amor a Deus. Não encontrei aqui na terra nenhum amor que pudesse me completar, então busquei no Divino. O que para muitos pode soar como loucura, é sabedoria de Deus no meio dos homens para a salvação de muitos: a alegria de ser jovem consagrado, celibatário em vista de outros jovens. Thácio Araujo Romano Tendo por base o magistério da igreja e a vivência das formas de vida na Comunidade Católica Shalom, este Livro traz uma visão da Comunidade quanto a vivência de cada estado de vida, Emmir Nogueira faz uma análise de um Escrito do fundador (Moysés Azevedo) sobre este assunto e uma reflexão sobre o discernimento da forma de vida. Seu objetivo é ajudar tanto os que estão em processo de discernimento de sua forma de vida como a vivência dos que já o efetivaram. Adquira o seu [AQUI].

Fomos evangelizar e saímos evangelizados

Era para ser uma “simples” visita de evangelização, mas Deus em Sua infinita sabedoria, “desfaz os planos das nações”. No dia 10 de maio, alguns missionários do Shalom de Itapipoca foram até a localidade de Lagoa da Cruz, a cerca de 13 km do município, para visitar a pequena Shayane, de seis anos. Ela foi a vencedora da promoção: “Shalom vai até sua casa”, do programa “Mais Shalom”, que vai ao ar todas as terças-feiras, na rádio FM Esperança 106,1. No caminho, uma chuva torrencial e um córrego. O carro atola ao passar pelas águas. Adultos e duas crianças ficam ilhados e a água começa a entrar no veículo. O motor pára e a solução é abrir as portas e sair rapidamente. A água barrenta toma conta do interior do mesmo e todos se refugiam em uma casa. Deus envia um anjo, um morador da localidade que fornece o telefone de um reboque. Quando chega o socorro, do carro que não pegava mais e já se imaginava ir direto para a oficina, pois teria supostamente entrado água no motor, ele liga surpreendentemente, para alegria de todos. E a turma então segue para a casa da família de Shayane, que aguardava ansiosamente com um almoço embaixo dos cajueiros. “Eu estava engordando uma galinha há três meses, para receber o Shalom aqui. Eu tinha fé que viriam, estou feliz”, afirma a mãe Eliane Alves, 28 anos. Mas fé foi o que demonstrou a missionária da Comunidade de Aliança e esposa do motorista, Sandra Maria Regis. “Eu vi o poder de Deus agindo sobre nós e nossa família. Deus provou a fé da gente. Acredito no milagre. Fomos o Tomé que Jesus permitiu que inseríssemos a mão no lado aberto Dele e provássemos da misericórdia. Para mim, Deus enviou anjos para nos ajudar. Fomos evangelizar e saímos evangelizados”, explicou a consagrada, em relação aos momentos de tensão que viveram quando o carro atolou. Para a consagrada da Comunidade de Vida, Francisca Neris do Nascimento, a primeira missão em Itapipoca foi realmente de tensão e ao mesmo tempo, de saber que Deus é sempre misericórdia. “Para mim, foi a experiência de provar nossa fé, o poder de Deus e acreditar que Deus pode”. Simplesmente não descansar, enquanto houver uma alma para ser evangelizada. Seja em qualquer circunstância, até mesmo, após um atolamento. Afinal, fica a certeza: Deus está no controle de tudo e pode sempre mais!

Da sanidade à loucura

Aos dezoito anos, em plena lucidez de minhas faculdades mentais, fui convidado por meus primos para ir ao centro da cidade, lá haveria de encontrar uma galera muito ‘massa’, jovens assim como eu que iam lá pra se encontrar, conhecer novos amigos, conviver, cantar. Rezar? Não! Foi assim minha resposta no ‘curto e grosso’! Como até hoje! Cheguei até a deixá-los constrangidos por participarem de tal atividade, disse que era idiotice esse grupo de jovens, estariam perdendo tempo. Um mês depois, uma amiga do Colégio convidou a mim e a um amigo pra nos encontrarmos numa lanchonete e comermos uma coxinha bem barata. Algo diferente aconteceu, não era uma lanchonete comum, ficava em um espaço mais amplo e movimentado, havia muitos jovens que iam e vinham e o mais interessante não foi nem o fato de comer ‘de graça’, mas a espontaneidade deles, o modo como me olhavam, sorriam, cumprimentavam e conviviam entre si com uma alegria contagiante.  Fui a um aniversário no final de semana seguinte lá no interior – brincadeira! É um bairro bem distante do centro de Aracaju, chamado Marcos Freire II. Essa amiga tinha uma irmã encantadora. Festejando seu aniversário estavam presentes não só amigos meus, como também amigos dela de um grupo de jovens. Aí ela me disse algo que mexeu comigo: ‘Igor, gostaria de comparecer ao Shalom neste próximo final de semana?’ Disse: ‘Não tenho tempo pra isso!’ Então, veio o golpe fatal no meu orgulho: ‘Quem não tem tempo para Deus, não tem tempo pra nada!’. Sorri meio sem graça, disfarcei, mas aquilo ficou martelando comigo. Não gostava de Deus, não gostava da Igreja. Mas pela amizade, assim fomos a um encontro geral, tinha mais de 300 jovens naquele dia, um sábado, às 16h. As músicas eram engraçadas, os jovens faziam aquelas coreografias ridículas e eu seguia o ditado: ‘na terra de sapo, cocora-se com eles’. Meu intuito não era participar e sim identificar algum defeito que pudesse usar contra tudo aquilo e ‘jogar na cara’ de meu amigo. Abrir-lhe os olhos, era esse o meu interesse.  Com toda ‘a razão’, reagia aos fatos à minha volta e não deixava passar nenhum detalhe, pois para destruir o inimigo, era preciso conhecê-lo antes muito bem. Há muito tempo, eu havia declarado minha inimizade à Igreja Católica, mais precisamente aos 10 anos, quando saí de dentro de uma Igreja acompanhado com minha mãe, brigando e chingando muito, afirmando exteriormente e internamente que nunca mais voltaria a assistir missa, ou qualquer outra atividade. Mas…pensei comigo: “Seminário eu vou de um montão na UFS (Universidade Federal de Sergipe) e não vejo nada de mais, porém nunca eu iria encontrar 60 pessoas interessantes num final de semana em um Seminário onde 90% eram meninas lindas”. Pronto, fiquei curioso. O amigo que havia me convidado veio falar comigo e perguntou se eu não gostaria de ir também. Perguntei abertamente: ‘Nesse tal Seminário, rola de tudo?’, na “cara de pau” ele olhou pra mim e disse: ‘Sim cara!’. Faltavam duas semanas, mas naquela hora tinha me decidido e nada iria me fazer desistir. O coordenador era um sujeito ‘mau encarado’ chamado Cícero Santos (hoje membro com promessas na Comunidade) e ficou de conversar comigo no final do encontrão. 10, 11 e 12 de Setembro de 1999. Logo na primeira noite, “quebrei completamente minhas pernas”, fui surpreendido, porque a organização do evento era bastante rigorosa, e o que teria primeiro me levado a ir, agora, só restava ‘rezar’ pra acabar logo. Mas algo novo aconteceu no meio do caminho. O apelido que me batizaram neste final de semana já fala por si sobre minha atitude durante os momentos propostos: homem da caverna, era assim que me chamavam. Minha participação era quase na força, não queria fazer nada, mas acabava envolvido com o movimento da maioria. É o famoso efeito de massa, pensava eu. Nas orações, meu coração era rígido e desconfiado. Nas formações, no campo das idéias, eu manjava e permanecia irredutível quanto aos meus fundamentos de universitário metido a alguma coisa. Discutia, questionava, participava nos grupos de partilha, desconstruindo as palestras. Era incrível ver com que tamanha ferocidade defendia meus valores dos quais Deus não fazia parte. O cansaço ia me vencendo, por que aquele “pedaço de pão” saía toda hora? Por que me seguia aonde eu fosse? O que era aquilo senão o óbvio: um pão! E como aquele pão sabia tanto de mim? Num certo momento, me senti desafiado. Parecia estar acabando o encontro e nada em mim tinha mudado. Havendo então um momento de silêncio, a coordenadora pediu para por em prova a existência de Deus, e que Ele interviria com seu Espírito. Tendo olhado para meu amigo do lado, ele me disse: ‘notou que hoje fez um calor imenso e neste momento que ela citou ‘Espírito’ entrou um vento forte em toda a sala?’ Foi o momento da Efusão. Será que esse vento que teria aberto o Mar Vermelho pra fazer passar o povo hebreu da escravidão à liberdade viria fazer isso em mim como haviam ensinado? Será que esse mesmo Espírito que agiu nos primórdios da Igreja em Pentecostes viria me oferecer uma experiência com um Cristo vivo, Ressuscitado, que não é lenda nem estorinha contada pelos professores de história, que por tanto tempo convenceu meu coração? Será que esse Cristo, se é que está vivo, viu e viveu minhas mortes e poderia também tirar-me delas e me levar à vida? Eu suspirava morte! Eu vivia na morte! Almejava o suicídio, pensava constantemente em matar. No meu aniversário de 18 anos, o meu pedido falei pra meu avô (homem que respeito muito), meu sonho era matar meus pais com um murro em cada um. A minha ‘lucidez’ havia se tornado loucura, ignorância. Sou hoje profundamente ‘louco’. Deus falou comigo! Deus se revelou e tem ao longo destes anos conduzido meus passos. Em casa com os meus, no trabalho, relacionamentos, casamento, filha. Sou profundamente grato pelo Projeto Juventude para Jesus (PJJ), ao proporcionar este encontro que salvou minha vida. Não me canso

Os laços do Espírito são mais fortes que os laços da carne

Eu me chamo Josiana Dias, tenho 29 anos, sou natural de Belém (PA). Estou há nove anos na Comunidade de Vida Shalom. Sete desses anos passei aqui na missão de Salvador (BA), onde pude experimentar concretamente da oferta de vida e aprofundar vivamente a experiência com o Ressuscitado, através de cada irmão, função e missão que Deus me confiou ao longo desse tempo. Posso dizer que esta terra marcou a minha história vocacional definitivamente, pois foi aqui que a providência de Deus me fez fazer as minhas primeiras promessas temporárias na Comunidade de Vida. Aqui também fiz as minhas promessas definitivas, dando um “sim” para sempre e a cada dia. Foi aqui que passei do ser menina para ser mulher, que aprendi a ser mãe, como formadora comunitária, e não somente filha. Aqui ofertei os melhores anos da minha vida. Nesses anos, aprendi que é possível evangelizar através das artes e que dançar na banda Alto Louvor foi sempre uma missão que exigia muita oração, pureza e castidade e que, pela graça de Deus, pude escutar de pessoas “nunca pensei que pudesse ver alguém dançar pagode sem sensualismo” e, assim, transbordar o Carisma que Deus me concedeu para a sua glória! Obrigada, Missão Alto Louvor! Aqui também pude tocar na vida e fazer parte da história vocacional das pessoas e isso não tem preço. Mostrar, através da minha consagração, que vale a pena escolher a Deus e sua vontade. Ver pessoas serem tocadas pelo carisma e deixarem que este carisma mudem seus planos e suas vidas foi a minha realização. Na formação comunitária da Comunidade de Vida, aprendi a ser a última, a servir, a acolher, a amar… a ser feliz! Então, posso dizer que nesses anos mais ganhei do que perdi, mais me alegrei do que sofri. Houve cruzes, mas as ressurreições superaram todas elas. Hoje, parto em missão, vou para a fundação de Assunção, no Paraguai. Em mim há uma mistura de sentimentos, parece que deixo hoje a casa paterna, pois realmente os laços do Espírito são mais fortes que os laços da carne. Vou na certeza de que aquele é o povo que Deus reservou para mim neste tempo, que será minha nova terra, nova pátria, nova cultura. Parto com temor e tremor, mas muito feliz, na segurança de que a vontade de Deus é o caminho de e para a felicidade. Assim como fui realizada aqui na missão de Salvador, serei também em Assunção. Agradeço a todos os meus irmãos da Comunidade Aliança, Comunidade de Vida e Obra, vocês fizeram parte da obra de Deus na minha vida, vocês me ensinaram a ofertar a vida, em vocês experimentei o “cem vezes mais” das promessas de Deus. Obrigada a cada um! Rezem por mim, rezem por nós! Shalom, Josiana Dias

Testemunho de padre Javier, primeiro chileno membro da Comunidade de Aliança Shalom

Padre Javier Andrés Concha Bazán tem 33 anos e há cinco anos foi ordenado sacerdote em Santiago, no Chile. Ao conhecer a Comunidade Shalom, que acabara de fundar missão na capital chilena, dois meses após sua ordenação, teve forte experiência com a evangelização dos jovens. Em abril deste ano, ele ingressou no Discipulado da Comunidade de Aliança Shalom, tornando-se o primeiro chileno membro da Comunidade.   Ouça o testemunho:      

Caminho da Paz é fonte de experiência com o olhar de Deus

O Caminho da Paz é essencial na minha caminhada não somente dentro da Vocação Shalom, mas me fez enxergar as coisas da vida de uma outra forma. Me fez mudar sem eu mesmo perceber. Levou-me a atos que, ao olhar para traz, nunca imaginava fazê-los, em casa, no trabalho, na faculdade, com os amigos… Tudo isso, porque eu aprendi a rezar, a falar ou me dirigir a Deus com todo o meu coração e com tudo o que nele estava. Esse itinerário me fez conhecer a Deus, descobrir como Ele vê as pessoas e gerou em mim uma vontade de imitá-Lo. Principalmente, serviu de grande auxilio para uma resposta concreta a esse amor que fui conhecendo, através da experiência em cada estudo bíblico. Hoje, sou postulante de segundo ano na Comunidade de Vida, moro na missão de São Luis (MA). Posso afirmar “como sou feliz por ter experimentado dessa fonte!”. Confirmo, promovo e indico o Caminho da Paz como grande fonte de salvação e de intimidade com Deus. Thiago Cruz

“Eu não busco mais o que passa, mas eu busco o que é eterno”

Testemunho de Gabi Oliveira, jovem do Shalom da Parquelândia que, sentindo o apelo de Deus, ouvindo o Seu chamado e acolhendo a Sua vontade, oferta toda a sua vida em favor da Igreja, pela evangelização dos jovens e de toda a humanidade, como missionária da Comunidade de Vida Shalom. Confira:

Compartilho de muitas paixões que João Paulo II tinha

Caio Felix, discípulo da Comunidade de Vida Shalom, foi um dos selecionados para compor a turma de 2014 da Cia de Artes Shalom.  Então coordenador do Projeto Juventude para Jesus (PJJ) da missão de Salvador, Caio se despede da capital baiana e dos jovens da missão e nos conta como está sendo a experiência desta novidade de Deus em sua vida: Para mim este novo é belo, é a minha alegria, pois é a Vontade de Deus. Ter sido coordenador do PJJ de Salvador foi uma grande alegria para mim.  Hoje, deixar a coordenação é a minha grande oferta. Amo os jovens de Salvador, de todo meu coração, mas amo primeiramente a Vontade de Deus, que neste tempo é fazer parte da CIA de Artes da Comunidade. Sei que Deus tem muito a realizar na minha vida através deste tempo na CIA. Como alguns sabem o Beato João Paulo II me escolheu este ano. Essa escolha foi o sinal que pedi a Deus, quando fui enviar  os vídeos para a CIA. Tenho a certeza que muito Deus fará com essa amizade. Compartilho de muitas paixões que João Paulo II tinha como a arte, os jovens, a humanidade, a fenomenologia e etc. Ele foi um homem que gostava de estar com os jovens e de fazer o que os jovens faziam. Eu também amo estar com os jovens, ser um com eles. Está na CIA de Artes e fazer parte do elenco do Espetáculo LOLEK em 2014, ano de sua canonização, é poder vivenciar a vida do Beato João Paulo II. Eu tocarei na vida do meu santo e ele tocará na minha vida. Caio Felix  

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