Mas afinal, como ter um ano novo diferente?

Estamos no início de um novo ano e faço votos que os leitores estejam bem dispostos a fazer o caminho que temos pela frente. Quando termina um ano e inicia um novo, as preocupações e atitudes das pessoas são muito diversificadas: consulta de cartomantes, adivinhos ou videntes, amuletos para espantar os males, uso de roupas “para atrair a sorte”, certos tipos de comida ligados a bons presságios… Sem falar do espocar de champanhes e foguetes, para “acordar as forças cósmicas e atrair bons fluidos”, mesmo se, depois, é mesmo a ressaca que vem e o ar fica poluído, de tanto enxofre liberado em forma de som e luzes coloridas… Isso tudo adianta alguma coisa? Há, certamente, um incentivo difuso e ...