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Ufa, que ano!

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}@page Section1 {size:595.3pt 841.9pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:35.4pt; mso-footer-margin:35.4pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}–>  A macro-históriaacontece em câmara lenta. De repente, os eventos pegam embalo e os fatos semultiplicam vertiginosamente. 2008 acelerou tanto que mal deu tempo de tomarfôlego. Tirando as catástrofes naturais e os eventos previamente programados,como as Olimpíadas, a mídia cativou, mês a mês, a nossa atenção com notíciasbombásticas. Tudo parecia ter potencial de alterar o futuro de forma dramática.    Os tibetanos,aproveitando o clima de euforia com a tocha olímpica, conseguiram expor para omundo a opressão do regime chinês. Ingrid Betancourt, libertada de um cativeironuma operação militar ainda não totalmente explicada, ...

A Lista

Dom Pedro José Conti Ocasal festejava os 50 anos de matrimônio. Filhos, netos, parentes eamigos participavam da bonita festa. Os velhos pais mereciam tudoaquilo. A cidade era pequena e raramente tinha “bodas de ouro”. A TVlocal filmou o evento e entrevistou os dois jubilados. Como era de seesperar, o repórter perguntou à mulher qual era o segredo dela paraconseguir levar em frente aquele matrimônio por tantos anos. A esposarespondeu com segurança: – Quando casei, disse a mim mesma que faria uma lista de dez situaçõese erros que não iria tolerar absolutamente em meu marido. Assim quandoele aprontava alguma coisa, e me deixava triste e com raiva, eupensava: ainda bem que o que ele fez não está na minha lista, senãoiria ...

Tempo de Esperança

Dom Eurico dos Santos Veloso Tempodo Natal, tempo de esperança. À celebração da data magna da cristandadesucedem-se outras celebrações marcantes e oportunas para nossareflexão. Este momento do calendário litúrgico nos apresenta, em poucosdias, o plano de salvação de Deus para conosco, Sua revelação, omistério da encarnação, a manifestação divina entre os homens e oexemplo daqueles que nos precederam na fé, fortalecendo-nos a esperançaem Cristo. Quandose vislumbra um novo ano, essas esperanças são renovadas. Diasmelhores, saúde, paz, prosperidade, realizações dos sonhos são osaugúrios mais comuns nas visitas, nos cartões nas diversas formas deexpressar o bem-estar daqueles que nos são caros. Todavia, observa-seque, talvez pela deturpação do real sentido do Natal, falta um sentidocristão em todos esses votos, que devem ser fundamentados ...

O Natal de todos os dias

 Dom Redovino Rizzardo Não é segredo para ninguém: existem muitos Natais. Um dos mais badalados é o comercial. Um dos mais esquecidos é o cristão. Ocomercial, quem não o conhece? Fruto do consumismo e do materialismo,nele só há lugar para quem tem dinheiro. Não deixa de ser uma lástima:o mercado conseguiu ocultar o significado da festa mais bonita docristianismo. Graçasa Deus, há também o Natal cristão. Ele acontece em quem não se fecha emsi mesmo nem desiste na busca de uma autenticidade de vida, que ésempre fruto de uma constante conversão. Foio que descobriu e vivenciou o bispo alemão Klaus Hemmerle, falecido hápoucos anos, depois de ter transformado a espiritualidade de comunhão –o ideal de sua vida – num constante ...

Ele está próximo…

Alegremo-nos! Vamos ao encontro do “Maravilhoso Conselheiro, do Príncipe da Paz” (Is 9,5), do Redentor que se aproxima. Estão-secompletando os dias (cf. Lc 2,6) daquele bendito e santo Nascimento quereviveremos nos mistérios da Noite Santa do Natal. Torne-se nossavigilância mais intensa e nossa oração mais confiante. Todosos anos somos convidados a resgatar o sentido pleno do Natal de Jesus,para vivê-lo como cristãos e cristãs, fugindo à mentalidade cada vezmais paganizada de nossa época. Não nos deixemos infectar ou contaminarpelo vírus do consumismo e do materialismo. Infelizmente, antes mesmode iniciarmos o tempo litúrgico do Advento, enfeites natalinos e avoracidade consumista invadem nossas ruas, lojas e até nossos corações.Com isso, o Natal cristão vai-se transformando em simples recordação donascimento de nosso Salvador. ...

Ele está próximo…

Dom Nelson Westrupp Alegremo-nos! Vamos ao encontro do “Maravilhoso Conselheiro, do Príncipe da Paz” (Is 9,5), do Redentor que se aproxima. Estão-secompletando os dias (cf. Lc 2,6) daquele bendito e santo Nascimento quereviveremos nos mistérios da Noite Santa do Natal. Torne-se nossavigilância mais intensa e nossa oração mais confiante. Todosos anos somos convidados a resgatar o sentido pleno do Natal de Jesus,para vivê-lo como cristãos e cristãs, fugindo à mentalidade cada vezmais paganizada de nossa época. Nãonos deixemos infectar ou contaminar pelo vírus do consumismo e domaterialismo. Infelizmente, antes mesmo de iniciarmos o tempo litúrgicodo Advento, enfeites natalinos e a voracidade consumista invadem nossasruas, lojas e até nossos corações. Com isso, o Natal cristão vai-setransformando em simples recordação do nascimento de ...

No Natal entre o velho e o Novo

No Natal entre o velho e o Novo Estamosàs vésperas de mais um Natal, festa que foi transformada pouco a poucoem mero período para esquentar vendas no comércio e oportunidade parase fazer atos de solidariedade, que não poucas vezes, funcionam comodesencargo de consciência frente aos inúmeros omitidos nos últimos onzemeses. Poreste período a cor da vez é o vermelho e um personagem surge de todosos lugares, espelha nas vitrines, é dependurado como enfeite, éatrelado às guirlandas nas portas e mesmo sob um sol inclemente, como odo Nordeste, desafia-o com suas roupas polares contra o frio e chegainclusive a receber as chaves de cidades. Trata-se do bom velhinho debarbas brancas e longa que se tornou o símbolo oficial da grande festado ...

Jesus revela nossa humanidade

Dom Aloísio Roque Oppermann      Umadas maiores fraquezas da nossa civilização é a visão amputada do serhumano. Parece um paradoxo. A época dos fortes humanismos e dosantropocentrismos absolutos,é também uma época de abissais angústias deidentidade humana. A amnésia do seu aspecto divino conduz, de modoinexorável, ao rebaixamento antropológico. Os valores do homem sãoreduzidos a uma parcela ínfima da natureza, ou a um elemento anônimo dacidade humana. É o abismo irrefreável para o qual o humanismo ateu ofaz escorregar. Esse é o drama do homem, destituído de uma dimensãoessencial de seu ser, que é o absoluto. A afirmação primordial daantropologia cristã é a de ser ele filho de Deus. O ser humano “é uno, único e irrepetível, alguém eternamente idealizado, e ...

RCC – “Uma sorte para a Igreja e para o mundo”

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}p.MsoBodyTextIndent, li.MsoBodyTextIndent, div.MsoBodyTextIndent {margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; text-align:justify; text-indent:36.0pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:Arial; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}p.MsoBodyTextIndent2, li.MsoBodyTextIndent2, div.MsoBodyTextIndent2 {margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; text-align:justify; text-indent:1.0cm; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}@page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}–> Como um fruto do Concílio Vaticano II, entre outrasgraças, cremos firmemente que a RCC – Renovação Carismática Católica – é umareal e forte resposta de Deus. Em 1967, após um retiro espiritual realizado por umgrupo de catedráticos, padres e estudantes da Universidade Duquesne, naPensilvânia (EUA), nasce a Renovação Carismática Católica, um movimento leigoque logo se consolidou. Os participantes daquele encontro inicial expressavam odesejo ...

Imaculada Conceição de Maria

O dogmada Imaculada Conceição de Maria é um dos dogmas mais queridos aocoração do povo cristão. Os dogmas da Igreja são as verdades que nãomudam nunca, que fortalecem a fé que carregamos dentro de nós e que nãorenunciamos nunca. A convicção da pureza completa da Mãe de Deus, Maria, ou seja, essedogma, foi definida em 1854, pelo papa Pio IX, através da bula"Ineffabilis Deus", mas antes disso a devoção popular à ImaculadaConceição de Maria já era extensa. A festa já existia no Oriente e naItália meridional, então dominada pelos bizantinos, desde o século VII. A festa não existia, oficialmente, no calendário da Igreja. Osestudos e discussões teológicas avançaram através dos tempos sem umconsenso positivo. Quem resolveu a questão foi um ...
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