Ufa, que ano!
<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}@page Section1 {size:595.3pt 841.9pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:35.4pt; mso-footer-margin:35.4pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}–> A macro-históriaacontece em câmara lenta. De repente, os eventos pegam embalo e os fatos semultiplicam vertiginosamente. 2008 acelerou tanto que mal deu tempo de tomarfôlego. Tirando as catástrofes naturais e os eventos previamente programados,como as Olimpíadas, a mídia cativou, mês a mês, a nossa atenção com notíciasbombásticas. Tudo parecia ter potencial de alterar o futuro de forma dramática. Os tibetanos,aproveitando o clima de euforia com a tocha olímpica, conseguiram expor para omundo a opressão do regime chinês. Ingrid Betancourt, libertada de um cativeironuma operação militar ainda não totalmente explicada, ...