“A alegria do amor” é abordado no Congresso das Famílias

  “Amoris laetitia”, que significa “A alegria do amor” é tema do Congresso das Famílias.    O Congresso O evento, que é aberto para todas as famílias aborda o tema“Amoris latittia” (A alegria do amor), que é uma Exortação Apostólica pós-Sinodal do Papa Francisco sobre as famílias. A mesma foi publicada dia 8 de abril e é um texto de nove capítulos, no qual o Santo Padre recolhe os resultados de sois Sínodos dos Bispos sobre a família. Na oportunidade o fundador e moderador da Comunidade Shalom, Moysés Azevedo, a Co-fundadora Emmir Nogueira  e o casal Eduardo e Laura Martins, membros do Conselho Geral, pregarão sobre os temas: “Família: vencendo desafios, crescendo no Amor; Família: alegria de Deus, alegria da Igreja; Acolhendo e educando filhos para Deus.” Também ocorrerá a missa de cura pelas famílias, com o Pe. Antonio Furtado. “Este ano o Congresso mergulhará no “hino ao amor” de São Paulo na Primeira Carta aos Coríntios (1 Cor 13, 4-7). Onde é abordado no quarto capítulo da Exortação do Santo Papa. A ideia é evangelizar as famílias para que este amor se desenvolva em caráter cotidiano, uma vez que o matrimônio exige de nós um gradativo crescimento espiritual baseado nos dons de Deus”, disse Paulo Júnior, coordenador do Centro de Evangelização das Famílias de Fortaleza. Espaço para as Crianças As crianças terão uma atenção especial na participação do Congresso. Haverá um espaço infantil, onde haverá adoração e atividades infantis lúdicas, dando aos pequeninos também a experiencia da alegria do Amor. Informações:   Valor dos ingressos: R$ 30 (por pessoa/vale para os dois dias) Espaço Infantil: Para crianças até 11 anos, valor individual de R$ 10. As crianças menores de 5 anos, devem estar acompanhadas. Local: Romanos Hotel (Rua Padre Pedro de Alencar, 2230 – Rodovia BR 116 antiga) – Messejana Dias: 29 e 30 de abril/2017 Horário: das 8h às 18h Kamila Lopes

7 sinais de pessoas com “depressão escondida”

  Fique atento: alguém da sua família (ou você mesmo) pode estar ocultando a depressão – ou nem sequer sabe que tem a doença Existem pessoas que vão levando a vida com “depressão mascarada” ou “escondida“: elas tentam ocultar a sua depressão diante dos outros ou nem sequer sabem (ou não querem admitir para si mesmas) que têm depressão. Isto acontece porque ainda existem, entre as pessoas, entendimentos vagos ou equivocados sobre esta doença de sintomas complexos, que variam de indivíduo para indivíduo: nem sempre é fácil identificar a presença da depressão em familiares, amigos, colegas ou até em nós próprios. O desconhecimento e os preconceitos a respeito da depressão estão diminuindo, é verdade, mas, mesmo assim, continuam sendo bastante frequentes. No entanto, até nos casos em que o sofrimento parece “invisível”, ele deixa “sinais” que podemos captar se estivermos atentos. E estes são 7 sinais de que uma pessoa pode estar sofrendo de “depressão escondida”: 1. A pessoa deprimida pode nem parecer deprimida, mas está constantemente cansada Muita gente pensa que as pessoas com depressão não querem sair do quarto, ficam desleixadas e andam sempre tristes. Mas a depressão não tem os mesmos sintomas em todas as pessoas. Muitos doentes conseguem demonstrar uma aparência de boa saúde mental, mas, por baixo desse verniz, estão exaustos. De fato, um efeito bastante comum da depressão é um permanente cansaço – e, se o doente não foi diagnosticado adequadamente, nem ele sabe que a causa desse cansaço é a depressão. Talvez ele pense que está apenas com acúmulo de trabalho, ou se culpe por uma suposta preguiça, ou ache que está com “fraqueza”. Um diagnóstico sério é fundamental para dar início à solução deste quadro depressivo. 2. A pessoa deprimida pode se irritar com facilidade Ainda é comum a ideia de que uma pessoa com depressão seja quieta, amuada, apática. Por isso, muita gente não imagina que a pessoa deprimida pode ficar bastante irritadiça. Mas ela pode; aliás, isso ocorre com frequência, já que ela precisa continuar lidando com as responsabilidades do cotidiano apesar da falta de energias, o que é bastante esgotador. Como o mundo inteiro parece mais acelerado e impaciente hoje em dia, é comum que as pessoas não interpretem essa irritabilidade como sintoma da depressão. E é por isso mesmo que é necessário ficar atento: a irritabilidade pode ser, sim, um sintoma da doença. 3. A pessoa deprimida pode parecer indiferente ao afeto dos outros O indivíduo com depressão nem sempre se sente triste: muitas vezes, ele simplesmente não sente nada. São relativamente comuns os relatos de pacientes que se sentem frios, indiferentes, “entorpecidos”, e, nesse quadro, eles não reagem a palavras e atos de carinho. Este é outro sinal que pede atenção. 4. A pessoa deprimida pode abandonar atividades que antes gostava de fazer O desinteresse por atividades antes prazerosas é um indicativo frequente da depressão, já que a doença esgota as energias físicas e mentais, reduzindo drasticamente a capacidade de sentir satisfação. Se não houver explicação plausível para o desinteresse crescente da pessoa por atividades das quais ela gostava, este mesmo fato pode ser um importante sintoma da depressão. 5. A pessoa deprimida pode assumir hábitos alimentares prejudiciais A alteração dos hábitos alimentares pode ser um efeito colateral do descuido com a própria vida ou até uma tentativa de lidar com a doença: pode ser que o excesso de comida seja uma forma de tentar sentir algum prazer, por exemplo, ou que a perda de apetite seja um indicativo de que até o ato de comer já se tornou insípido e pesado. É comum achar que os maus hábitos alimentares de alguém se devam a mera falta de disciplina, mas eles também podem ser sinais relevantes de depressão clínica. 6. A pessoa deprimida pode se sentir pressionada ou exigida além das suas forças Uma pessoa com depressão não tem as mesmas disposições de quem está mental e fisicamente sadio. Exigir o que ela não é capaz de fazer só serve para piorar o seu quadro, porque tanto pode perturbá-la e frustrá-la quanto deixá-la envergonhada e magoada. Se é sempre importante ser paciente e compreensivo com todas as pessoas no dia-a-dia, é mais importante ainda ter a sensibilidade de manter a paciência e a compreensão com as pessoas que enfrentam o peso da depressão: elas realmente não conseguem fazer as coisas com a mesma disposição de quem não sofre a doença. Não é frescura! É doença e requer tratamento – e muita paciência. 7. A pessoa deprimida pode oscilar de humor aleatoriamente A depressão pode ser cheia de altos e baixos, alternando “dias bons” e “dias ruins” sem muita lógica aparente. Geralmente, não se percebe uma motivação específica para as variações de humor: elas podem ser apenas uma forma de manifestação da depressão. É importante prestar especial atenção à falsa impressão de que a pessoa está curada quando passa por uma série de “dias bons”: na verdade, o quadro poderá mudar de repente, reforçando a necessidade de ajuda especializada. Blog Carmadélio

7 sinais de pessoas com “depressão escondida”

Fique atento: alguém da sua família (ou você mesmo) pode estar ocultando a depressão – ou nem sequer sabe que tem a doença Existem pessoas que vão levando a vida com “depressão mascarada” ou “escondida“: elas tentam ocultar a sua depressão diante dos outros ou nem sequer sabem (ou não querem admitir para si mesmas) que têm depressão. Isto acontece porque ainda existem, entre as pessoas, entendimentos vagos ou equivocados sobre esta doença de sintomas complexos, que variam de indivíduo para indivíduo: nem sempre é fácil identificar a presença da depressão em familiares, amigos, colegas ou até em nós próprios. O desconhecimento e os preconceitos a respeito da depressão estão diminuindo, é verdade, mas, mesmo assim, continuam sendo bastante frequentes. No entanto, até nos casos em que o sofrimento parece “invisível”, ele deixa “sinais” que podemos captar se estivermos atentos. E estes são 7 sinais de que uma pessoa pode estar sofrendo de “depressão escondida”: 1. A pessoa deprimida pode nem parecer deprimida, mas está constantemente cansada Muita gente pensa que as pessoas com depressão não querem sair do quarto, ficam desleixadas e andam sempre tristes. Mas a depressão não tem os mesmos sintomas em todas as pessoas. Muitos doentes conseguem demonstrar uma aparência de boa saúde mental, mas, por baixo desse verniz, estão exaustos. De fato, um efeito bastante comum da depressão é um permanente cansaço – e, se o doente não foi diagnosticado adequadamente, nem ele sabe que a causa desse cansaço é a depressão. Talvez ele pense que está apenas com acúmulo de trabalho, ou se culpe por uma suposta preguiça, ou ache que está com “fraqueza”. Um diagnóstico sério é fundamental para dar início à solução deste quadro depressivo. 2. A pessoa deprimida pode se irritar com facilidade Ainda é comum a ideia de que uma pessoa com depressão seja quieta, amuada, apática. Por isso, muita gente não imagina que a pessoa deprimida pode ficar bastante irritadiça. Mas ela pode; aliás, isso ocorre com frequência, já que ela precisa continuar lidando com as responsabilidades do cotidiano apesar da falta de energias, o que é bastante esgotador. Como o mundo inteiro parece mais acelerado e impaciente hoje em dia, é comum que as pessoas não interpretem essa irritabilidade como sintoma da depressão. E é por isso mesmo que é necessário ficar atento: a irritabilidade pode ser, sim, um sintoma da doença. 3. A pessoa deprimida pode parecer indiferente ao afeto dos outros O indivíduo com depressão nem sempre se sente triste: muitas vezes, ele simplesmente não sente nada. São relativamente comuns os relatos de pacientes que se sentem frios, indiferentes, “entorpecidos”, e, nesse quadro, eles não reagem a palavras e atos de carinho. Este é outro sinal que pede atenção. 4. A pessoa deprimida pode abandonar atividades que antes gostava de fazer O desinteresse por atividades antes prazerosas é um indicativo frequente da depressão, já que a doença esgota as energias físicas e mentais, reduzindo drasticamente a capacidade de sentir satisfação. Se não houver explicação plausível para o desinteresse crescente da pessoa por atividades das quais ela gostava, este mesmo fato pode ser um importante sintoma da depressão. 5. A pessoa deprimida pode assumir hábitos alimentares prejudiciais A alteração dos hábitos alimentares pode ser um efeito colateral do descuido com a própria vida ou até uma tentativa de lidar com a doença: pode ser que o excesso de comida seja uma forma de tentar sentir algum prazer, por exemplo, ou que a perda de apetite seja um indicativo de que até o ato de comer já se tornou insípido e pesado. É comum achar que os maus hábitos alimentares de alguém se devam a mera falta de disciplina, mas eles também podem ser sinais relevantes de depressão clínica. 6. A pessoa deprimida pode se sentir pressionada ou exigida além das suas forças Uma pessoa com depressão não tem as mesmas disposições de quem está mental e fisicamente sadio. Exigir o que ela não é capaz de fazer só serve para piorar o seu quadro, porque tanto pode perturbá-la e frustrá-la quanto deixá-la envergonhada e magoada. Se é sempre importante ser paciente e compreensivo com todas as pessoas no dia-a-dia, é mais importante ainda ter a sensibilidade de manter a paciência e a compreensão com as pessoas que enfrentam o peso da depressão: elas realmente não conseguem fazer as coisas com a mesma disposição de quem não sofre a doença. Não é frescura! É doença e requer tratamento – e muita paciência. 7. A pessoa deprimida pode oscilar de humor aleatoriamente A depressão pode ser cheia de altos e baixos, alternando “dias bons” e “dias ruins” sem muita lógica aparente. Geralmente, não se percebe uma motivação específica para as variações de humor: elas podem ser apenas uma forma de manifestação da depressão. É importante prestar especial atenção à falsa impressão de que a pessoa está curada quando passa por uma série de “dias bons”: na verdade, o quadro poderá mudar de repente, reforçando a necessidade de ajuda especializada. Blog Carmadélio  

Um filho é como um salário!

“Sim, os filhos são herança do Senhor, é um salário o fruto do ventre! Como flechas na mão do guerreiro são os filhos da juventude. Feliz o homem que encheu sua aljava com elas: não ficará envergonhado diante das portas, ao litigar com seus inimigos” (Sl 126,3) É interessante estarmos “grávidos” do 2º filho. A maioria das pessoas reagem com um: “já??”, “que corajosos!” Ou um “que loucura”. Mesmo os mais próximos acabam se traindo e dizendo algo semelhante a isso. Se eu fico chateado? Na verdade, não esperaria uma reação diferente disso. Confesso que eu mesmo me pego pensando isso uma hora ou outra. Mas não é esse o problema. Somos filhos dessa “geração” que acha que um filho é “caro”, que educar é “difícil”, que na “época dos nossos pais era diferente”. Somos filhos dessa geração que tem medo do futuro, das consequências da vida, etc. Mas aí eu leio esse salmo e vejo que a mentalidade de Deus é exatamente o contrário: um filho é como um “salário”! É como flechas numa aljava! Meu Deus, que maravilha!!! Sim, fomos abençoados com nosso 2º filhote! Sim, temos consciência dos desafios que teremos. Temos consciência de que talvez não tenhamos condições de dar “tudo do bom e do melhor”, que talvez tenhamos que escolher um “colégio mais barato” quando vierem outros filhos (se Deus quiser virão!). Sabemos que vamos nos “empobrecer”, etc, etc. Mas sabe de uma coisa? Que assim seja! Um filho é um salário! Então eu quero ser muito rico! Ter vários! Um filho é como flecha! Que minha aljava esteja cheia delas! E se para isso eu precisar me esforçar mais, trabalhar mais, ficar “mais pobre”, que fique mil vezes! Nossos filhos não precisam de “tudo de melhor”, nem dos “melhores colégios”, muito menos de uma mesada gorda! Ou mesmo que “não lhes falte nada”. Nossos filhos precisam de nosso amor, nossa dedicação e, sobretudo, de aprenderem conosco a confiarem e a amarem a Deus, Senhor de todas as coisas e nosso Pai! Tobias Cortez Consagrado Aliança – Shalom Fortaleza

Será que sou uma pessoa que acumula coisas?

O prejuízo social da pessoa acumuladora é gigantesco O nome do transtorno que vamos falar hoje é Acumulação Compulsiva ou Disposofobia. Traduzindo, isso significa medo de livrar-se das coisas, pessoa acumuladora. O que é isso? Sabe aquelas pessoas que tem dificuldade de jogar fora objetos ou até mesmo roupas que não usam mais? Que sempre têm aquele pensamento: “um dia eu posso precisar disso!”? Quando percebem, o guarda-roupas está tão cheio, os armários lotados de papéis e casa uma desorganização total por falta de espaço, devido a esses objetos inúteis? Não podemos confundir acumuladores com colecionadores. Os colecionadores são organizados com seus objetos e sabem a finalidade deles. Os colecionadores não ficam pensando que, um dia, podem precisar daquele objeto, mas sabem claramente que é uma coleção, por isso deixa os objetos organizados de forma que não atrapalhem a organização da casa. Os acumuladores, não! Muitas vezes, nem sabem que possuem aquele bem ou objeto. Sua retenção é pura e simples por não conseguir abrir mão daquilo. É interessante ressaltar que, na cabeça de um acumulador, ele pode acumular qualquer coisa, o que pode resultar em um ambiente, muitas vezes, intransitável, sujo e perigoso para a saúde. Determinados objetos podem produzir mau cheiro e atrair insetos e animais para dentro de casa. E até mesmo existem aqueles acumuladores que abrigam um grande número de animais de determinada espécie para cuidar deles, mesmo que não tenha espaço suficiente para eles ou condições de oferecer alimentação adequada. É importante falar que esse número é alto, alto mesmo. Por exemplo: uma pessoa que tem em casa e cuida de 15, 20, 30 gatos, cachorros ou qualquer outra espécie. São números altos! Nesse caso, podemos questionar até onde são animais de estimação ou uma dificuldade da pessoa de deixá-los ir embora depois dos cuidados necessários. Normalmente, os acumuladores sofrem uma grande dificuldade de se socializar. Podemos dizer que, muitas vezes, é por vergonha do seu transtorno. No entanto, em alguns momentos, eles têm consciência de que essa retenção está exagerada, mas não conseguem abrir mão dela. É mais forte que eles! Mesmo que esse comportamento venha lhe trazer grandes perdas, como o divórcio, o afastamento dos filhos, brigas com os vizinhos devido ao mau cheiro e aos roedores e insetos que podem acabar entrando na casa deles. O prejuízo social do acumulador é gigantesco e seu fim último, pode ser a solidão em meio aos objetos, alimentos ou animais. Sou um acumulador, e agora? Talvez, neste momento, você esteja se perguntando: mas isso tem tratamento? Parece um quadro tão triste e difícil de reverter! Tem tratamento sim! É claro que, como qualquer transtorno, o resultado não é imediato. E como em qualquer outra doença psíquica, depende muito do desejo dessa pessoa de se tratar. Não haverá eficácia no tratamento se não houver vontade na pessoa em mudar. Esse é o primeiro passo. Despertar na pessoa o desejo de mudar, mostrando os ganhos e perdas que ela possui ao viver presa na doença. Levá-la a compreender e aceitar que é uma doença e precisa ser tratada. O tratamento indicado é a psicoterapia e, se necessário, o uso de medicação. Neste caso, um acompanhamento com o psiquiatra. O apoio da família é de extrema importância, pois são eles que estão no dia a dia do acumulador. Incentivar, acolher e amar também é um bom remédio! Fonte: Canção Nova  

Shalom realiza seminário de vida para casais neste fim de semana em Sobral

Proporcionar uma autêntica experiência com Deus, esse é o objetivo do Seminário de Vida no Espírito Santo para casais que a Comunidade Shalom de Sobral realizará nos próximos dias 11 e 12 de março. O evento, que é organizado pelo Projeto Família e tem como tema ‘Eu + Você + Deus’, acontecerá no auditório Dom Walfrido, centro de Sobral, ao lado da Igreja de Nossa Senhora das Graças. Momentos de louvor, adoração e pregações sobre temas como ‘O amor de Deus’, ‘Pecado e Salvação’ e o ‘Senhorio de Jesus’ farão parte do seminário, com abordagem voltada para a realidade conjugal. Um dos pontos altos do seminário será um momento de Efusão, onde pessoas da Comunidade Shalom motivarão um profundo momento de oração e intercessão pelos casais participantes. No sábado (11), a programação do seminário inicia às 15h. Já no domingo, o seminário inicia às 8h. A inscrição para o seminário de vida é de R$15 reais o casal. Para outras informações: (88) 9 9934-1483.

Alegria por ter sido escolhido pra colaborar com a criação divina, por ser pai

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Certa vez, conversando com um amigo sacerdote falei-lhe o que experimentava ao ter me tornado pai: para mim, cuidar de um filho é como ter uma “hóstia” em casa. Guardando a “licença poética”, é assim que me sinto, como um sacerdote, que tem em suas mãos o Supremo Rei do Universo, mas tão frágil, tão dependente de suas mãos, tão indefeso… Pra mim ser pai é isso: ter nas mãos um bem tão precioso, tão lindo, e ao mesmo tempo tão frágil, tão dependente de você… como uma hóstiazinha que se confia às mãos frágeis e pecadoras de um sacerdote. Deus me confiou essa hóstiazinha, pra educá-la, cuidar e, como um sacerdote, oferecê-la ao Pai para que Ele possa, no tempo devido, fazer dela o que quiser…. Ser pai é ter uma hóstia: não na dimensão sagrada, logicamente! Mas na dimensão do cuidado, da fragilidade e da responsabilidade que essa missão trás consigo… Rezando hoje de manhã, com minha hostiazinha no colo, me lembrei dessa conversa. Me deu uma profunda alegria e também um imenso constrangimento: alegria por ter sido escolhido pra colaborar com a criação divina, por ser pai. Constrangimento por ser tão pecador, por ser tão fraco, por ser tão “vaso de barro” ao receber tamanha graça… Obrigado Senhor, por me teres escolhido! Tobias Cortez Missionário da Comunidade Católica Shalom

Férias, tempo de conquistas

Os pais não conseguirão educar os filhos se, antes de tudo, não os “conquistarem”. E o tempo de férias é propício para isso Aproximam-se as férias escolares e muitos pais, certamente, já começam a se perguntar o que vão fazer com os filhos em casa. A maioria deles trabalha e se preocupa em deixá-los em casa. Antes de tudo, é preciso lembrar que o tempo de férias é necessário para as crianças e jovens descansarem das atividades escolares e poderem voltar com mais disposição aos estudos. E a escola também precisa de um tempo sem eles para poder, durante esse período, programar e preparar as atividades para quando eles voltarem. Os pais precisam, portanto, programar esse período de folga dos seus filhos e não deixar que tudo seja improvisado e vivido de qualquer jeito, pois é um tempo precioso. Essa é uma oportunidade favorável e rica para os genitores estarem mais com os filhos, para conversarem mais com eles, ouvirem seus anseios e problemas, corrigirem seus rumos entre outros. Os pais não conseguirão educar os filhos se, antes de tudo, não os “conquistarem”. O jovem segue aquele que o cativa, que o conquista, por isso, pai e mãe, vocês precisam conquistá-los; e o tempo de férias é propício para isso. Se você trabalha só em casa, será mais fácil programar as atividades desse período para estar com eles, receber seus amigos para um bom filme juntos, um bom café, um passeio, uma visita a um parente etc. A Bíblia diz que “”Aquele que dá ensinamento a seu filho será louvado por causa dele”” (Eclesiástico 30,2). E “cabe aos pais transmitir aos filhos os ensinamentos e conselhos “para que sejam salvos”” (cf. Eclesiástico 3,2). Contudo, estes só ouvirão os conselhos dos genitores se tiverem estima e “admiração” por eles, por isso o pai e a mãe têm que conquistar os filhos. Um filho que admira o pai segue-o e ouve seus conselhos naturalmente; caso contrário, será difícil. O saudoso Papa João Paulo II afirmou que “educar é conquistar o coração, animá-lo com alegria e satisfação em busca do bem””. O bom pai e o bom professor são aqueles que sabem cativar. O bom pai e a boa mãe são aqueles de quem os filhos têm orgulho. Como os pais devem conquistar seus filhos Como os pais devem conquistar seus filhos? Não pode ser, é claro, pelo dinheiro, por chantagens e outras artimanhas. Muitos pais erram grosseiramente nisso. Pensam que lhes dando tudo o que querem –– roupa da moda, tênis de marca, mil programas etc. – poderão conquistá-los. Não será assim; se fosse, os pobres não teriam como os educar. O pai há de conquistar o filho “por aquilo que ele é,” e não por aquilo que tem e lhe dá. O pai o conquistará pelo respeito que dedica a ele, pelo tempo que gasta ao seu lado, pelo consolo que lhe oferece nas horas de dificuldade, pelos passeios que faz com ele, pela ajuda dedicada naquele problema, por sua honestidade pessoal e profissional, pelo bom nome que cultivou, pela dedicação à família, pelo amor e fidelidade à esposa e aos filhos etc. Como é bela aquela frase do pequeno príncipe [obra homônima] que diz assim: “”Foi o tempo que gastaste com tua rosa que a fez tão importante””. Como poderá um filho ouvir os conselhos de um pai que não gastou tempo com ele? Isso pode e deve ser feito especialmente nas férias. Um dia, vi um adesivo pregado em um automóvel, que dizia: “Conquiste o teu filho antes que o traficante o faça!” De muitas maneiras os pais perdem seus filhos. Um grave erro dos genitores é não ter tempo para os filhos. Trabalham, trabalham e trabalham… O tempo escasso que sobra não podem estar com os filhos, porque precisam fazer “outras coisas”. Ora, educar os filhos é uma tarefa que exige “estar com eles”. É preciso de tempo; e convenhamos que  é uma questão de prioridade e escolha. Se você não acha tempo para seu filho, entenda: é porque ele não é importante para você. Os filhos crescem rapidamente; não mais do que 18 anos e eles já estão se separando de nós para viver a própria vida. O que não foi feito na hora certa, não poderá ser feito depois. Portanto, pai e mãe, aproveitem esse tempo favorável das férias para estar com seus filhos, para ouvir suas histórias, conhecer seus problemas, divertir-se com eles, rezar juntos entre outras coisas. Fonte: Canção Nova

Com nove filhos , família do Shalom vira meme

Nove filhos. Hoje em dia a ideia pode parecer estranha para muitas pessoas. Porém, não para o vendedor José Otávio de Almeida, de 50 anos. A família virou meme após o carro, que possui um adesivo com a quantidade de filhos, ter sido fotografado por um internauta. O vendedor, que nasceu em Brasília, mora em Vitória há dois anos. Ao passar pela avenida Dante Michelini, em Camburi, o carro foi fotografado e virou meme na internet com a frase “E você aí reclamando que tem muitos presentes para dar no Natal José conta que soube da brincadeira por meio de um amigo, que viu a foto na internet e o enviou. “Eu achei super engraçado. Alguns amigos falaram que mandaram até para França. Muitos acham um escândalo ter uma família numerosa. É uma forma de mostrar que, com a educação e amor que damos aos nossos filhos, tudo vale a pena”. O Natal da família, que faz parte da Comunidade Católica Shalom, é cercado de muita oração. “Deus providencia tudo. Não precisamos nos preocupar. É só alegria. Os avós e parentes, que vivem em Brasília, também mandam presentes para os netos”. Para passear com todos os filhos José utiliza uma van com doze lugares. Família Dos nove filhos, oito são meninas e um menino. Apenas a mais nova, de sete meses, é capixaba. Os outros são naturais de Brasília. “Minha filha mais velha tem 21 anos. Nós estamos sempre abertos à vida. No início da criação, nossos filhos já tinham sido criados”. A família, que vive em Fradinhos, em Vitória, tem escala de serviços para ajudar em casa. “O bairro é bem amplo, então eles brincam sempre. A natureza do bairro favorece bastante. Em casa eles têm até escala de serviço para ajudar”, diz, com bom humor. Ele conta, também, que no centro de evangelização, em Jardim da Penha, os filhos fazem muitas atividades artísticas. Fonte: Gazeta On Line

Pastoral da Criança recomenda convivência familiar para período de férias

O ano escolar para muitas crianças e jovens já terminou e alguns pais se organizam para estarem alguns dias de folga e também aproveitar as férias. A Pastoral da Criança, que durante o ano todo acompanha o desenvolvimento dos pequenos, tem orientações para que o período de férias seja uma oportunidade de valorizar a convivência familiar. Em entrevista ao A12.com Ir. Veroni Medeiros, assistente técnica da coordenação nacional da Pastoral da Criança na área de desenvolvimento infantil falou das possibilidades de ensinar e aprender com as crianças no período de férias. “ A Pastoral da Criança recomenda que o período de férias seja muito oportuno para reafirmar os laços de convivência familiar. A família precisa procurar estar disponível, atenta e ser cuidadosa. Também é importante combinar e estabelecer limites, para que crianças possam brincar sem se machucar e sem incomodar outras pessoas da família. O tempo de férias é uma oportunidade para intensificar o cuidado com as relações de convivência, como: o carinho, o sono, o alimento e as brincadeiras. É muito bom procurar ocupar o tempo com brincadeiras ao ar livre”, assinalou. Durante as férias, de acordo com a Ir. Veroni é fundamental redobrar os cuidados, mas aproveitar o tempo das crianças em casa. “As brincadeiras devem ocupar espaço e tempo privilegiados, pois o brincar é uma necessidade, e um direito garantido da criança. Na primeira infância os cuidados devem ser redobrados. A presença constante do adulto é fundamental junto à criança. Os pais têm que ver como aproveitar o tempo das crianças em casa e oferecer muitas oportunidades para elas de exploração, criação, descoberta, relacionamento e interação com o mundo que as cerca de forma prazerosa. A melhor forma é usar criatividade, inventando momentos alegres, simples e felizes. Crianças envolvidas em atividades próprias para elas são uma alegria na família”, colocou. Coisas simples de um período diferenciado como as férias podem se tornar grandes descobertas, Ir. Veroni indica, por exemplo, brincadeiras tradicionais e antigas que podem fazer a diferença nesse período. “O cuidado, a presença e o aconchego são aspectos relevantes para que a criança possa curtir as férias, brincar muito, fazer descobertas, apreciar a natureza e encantar-se com a beleza de toda a criação. Brincadeiras muito simples podem fazer muita diferença como: jogar bola, pular corda, jogar peteca, pular amarelinha. Usar a criatividade e construir brinquedos junto com a criança ganha um novo sentido, eleva a autoestima e constrói autonomia”, sugere. O período de férias segue até o início de fevereiro quando as escolas abrem o ano letivo de acordo com as orientações do Ministério da Educação e secretarias estaduais e municipais de educação. Fonte: A12

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