Festival Halleluya faz parte da história de Adriana Arydes

Em entrevista ao site do Festival Halleluya, a cantora paulista, Adriana Arydes, comentou os 20 anos de Festival Halleluya e partilhou sobre a sua experiência com Deus. Segundo a cantora, o Festival Halleluya sempre a surpreende. O capricho e o comprometimento na organização e na execução do evento chamam atenção dela. A artista, que já esteve presente em várias edições do festival, ressalta que comemorar 20 de Halelluya é celebrar a história da Comunidade Católica Shalom em sua vida. Ela revela que a proximidade com os membros Comunidade contribuiu em sua formação enquanto missionária. “Cantar no Halleluya é celebrar o que a Comunidade Shalom plantou no meu coração e que hoje eu posso continuar cantando”, destaca. Nascida em família católica, Adriana conta que sua primeira experiência com Deus foi aos sete anos de idade ao servir em uma missa. Daquele dia até então, a cantora buscou mais de Deus, assumindo o compromisso de servi-lo. Nesse caminho, ela foi percebendo o moldar e o cuidar do Senhor. Ao comentar o Halleluya Quero Mais, Adriana destacou que participar do encontro é dar continuidade ao que Deus começa fazer no festival. A cantora motiva aqueles que passam pelo evento a irem além, a darem passos na experiência com Deus. O Halleluya Quero Mais acontece nos dias 30 e 31 de julho a partir das 14 horas nos Centros de Evangelização da Comunidade Católica Shalom. Jonas Viana

Festival Halleluya: Todo batizado é chamado à santidade

  O Festival Halleluya é um evento cheio de novidades, cores, sons, caras e gestos. Tem dias que tem quatro, cinco, tem dias até com seis shows. Aqui tem gente de todo jeito: alta, baixa, de tau, sem tau, nova, novata, curiosa e aquelas que só estão de passagem com o amigo, mas que quando chegam aqui não tem jeito: você fica. Certeza! No palco canta padre, banda, cantor solo e cantora. Tem musicais que contam histórias e histórias que descrevem 20 anos da festa que nunca acaba. São várias lanchonetes que lembram aquela lanchonete do dia 9 de julho de 1982, quando surgia a Comunidade Católica Shalom. São novas amizades… e aí já viu! São novos likes, novos seguidores, novas marcações nas redes sociais, isso é o Halleluya. Neste ano, estamos com o tema ‘o mar da misericórdia de Deus’. Nossa meta é pescar muitas pessoas e para isso precisa de uma rede, uma rede de pesca mesmo e também uma rede de internet. A gente comunica como pode! Postamos fotos, vídeos, matérias, entramos de madrugada ao vivo em rede nacional e por aí vamos chegando aonde Deus quer: no coração do homem que sofre por não conhecer a vontade de Deus. Já que o assunto chegou em vontade de Deus, a gente conversou com um sacerdote que estava no Pátio Halleluya no meio de muitos jovens, para falar sobre vocação. Padre Rômulo dos Anjos disse que cada pessoa que passa pelo estande vocacional, por exemplo, tem uma experiência de descoberta. “Quando eles chegam no nosso estande vocacional, eles se deparam com essa realidade: existem muitos que são chamados a uma vocação específica. Eles despertam para o fato de poderem ter um coração chamado à santidade, como todo homem é chamado”. Forte, não é? Tem mais! São muitos olhos encantados soltos na Arena Halleluya e muitas vezes o que reflete nesse olhar não são as luzes do palco, mas a luz do próprio Jesus. Bom, gente, o Halleluya é para todo mundo, é para milhares de pessoas que buscam Cristo, que buscam diversão, que buscam diversão em Cristo. “Toda vocação é em vista da missão. Toda vocação nunca é em vista de nós mesmos, é em vista da Igreja, em vista da evangelização”, afirma o padre. Por isso, quem serve no Halleluya se dá, se doa, se oferta pelo outro e para o outro. É um mar de gente que sai de si para alcançar a vida do outro. E somos felizes! E a felicidade? Bom, ela está em tudo isso junto. Porque tudo isso, porque o Halleluya é uma resposta de Deus para a humanidade. Mateus Ferreira

Defesa da vida tem espaço especial no Festival Halleluya

 Palestras, cursos e uma exposição compõem o Espaço Vida, novidade na programação do Festival Halleluya 2016. O objetivo é promover a solidaderiedade.  O evento segue até domingo, 24, no Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU). Segundo João Bala, responsável pela Promoção Humana da Comunidade Católica Shalom, a missão do Espaço Vida no Halleluya é levar quem passa pelo local a refletir sobre a defesa da vida. Madre Teresa, que em setembro será canonizada, é homenageada no espaço com uma exposição. .: Promoção Humana é o setor do Shalom responsável por alcançar diretamente pessoas em situação de vulnerabilidade social, jovens infratores, pessoas enfermas, moradoras de rua e dependentes químicas. Clique aqui e conheça. Na entrada do lugar, há uma imagem de Nossa Senhora grávida que, segundo Bala, é o símbolo do espaço. Além de Maria, há também a praça do Amor Esponsal com uma cruz para ajudar aos visitantes a entrar em oração. “A defesa da vida”, “A vida não é uma droga”, “Rezando sobre a depressão”, “Rezando sobre a autoestima”, “Rezando sobre a ansiedade” e “O sentido da vida” são os cursos oferecidos no Espaço Vida. Para participar, basta fazer a inscrição e escolher o melhor horário. Já as palestras abordam temas sobre violência juvenil e sobre dependência química. Além de doação de alimentos, no local, também é possível doar sangue em uma unidade móvel do Hemoce. Há também o cadastro de doadores de medula óssea. Fonte: festivalhalleluya.org

Espaço KIDS

O Festival Halleluya tem espaço para todo mundo, até para os pequeninos. Localizado atrás do Espaço da Misericórdia, no Lar Santa Mônica, o Halleluya Kids é o local ideal para as crianças aproveitarem a festa que nunca acaba. Começando todo dia com a Santa Missa e com adoração, também oferece escultura de balão, pintura de rosto, atividades recreativas e contação de histórias, sempre enfatizando a questão kerigmática. “É falar do amor de Deus mas sempre em uma temática diferente para crianças”, conta Renata Barros, coordenadora do Halleluya Kids. No sábado ainda haverá dois shows, de Cosme e Edgar Marques. As crianças acima de 5 anos fazem a inscrição e informam os dados dos responsáveis, que vão aproveitar o Halleluya, já os mais novos só entram acompanhados dos pais ou responsáveis acima de 18 anos. “É uma questão de segurança, alguma necessidade que ela venha a ter, fome, sono ou ferimento”, explica Renata. Valéria e Márcio participam sempre do Festival e deixam o sobrinho de 7 anos no espaço Kids que, para eles, é um lugar importante para os pequenos. “E agora neste espaço mais iluminado e próximo à estrutura está bem melhor”, afirma Márcio. João Vítor, de 11 anos, está participando pela segunda vez, mas disse estar aproveitando como se fosse a primeira vez, já que antes era muito pequeno. “Tá sendo muito legal. Vim com meus pais, que foram acompanhar minha irmã no Halleluya Adventure”. Seja qual for a atividade, o importante para os pequenos é curtir e conhecer a verdadeira alegria. por Redação

Fazendo Barulho agita o público

Batalha de Bandas, shows e debates compõem a programação do espaço Fazendo Barulho é um programa de televisão para jovens veiculado pela Rede Vida que, durante o Halleluya, é transmitido ao vivo do evento. O carro-chefe do espaço fica por conta a Batalha de Bandas, que é um festival em que bandas ainda em crescimento apresentam músicas autorais. “O Festival de Artes Integradas é para promover a cultura. A batalha de bandas, no caso desse ano, é um local em que várias bandas se inscrevem e competem entre elas e os jurados levam em conta critérios como afinação, harmonia, ritmo, mensagem da música, presença de palco e interação com o público para escolher três finalistas. O vencedor da final ganha uma quantia em dinheiro, um certificado e uma apresentação no palco principal do Halleluya no domingo”, explica Luana Freitas, organizadora do espaço. O festival dá oportunidade e visibilidade às bandas que estão buscando seu espaço no meio musical, afirma Gilcélio Cordeiro, guitarrista da Banda Lord Metal ganhadora do Festival de Arte e Cultura Shalom em 2015. “Antigamente o pessoal falava ‘Ah, o Shalom, o festival não dá espaço para as bandas’, dá sim, com certeza, e isso aqui faz com que as bandas possam ter um rendimento maior para querer estudar cada vez mais e fazer o melhor. Então é muito bom sim esse espaço” Gabriel de Oliveira está prestigiando o espaço pela primeira vez e está empolgado com as atrações. “Muitos amigos me chamaram para vir aqui. Eles disseram que é bem legal e vim conferir”. Já Ana Rockchell está acompanhando os integrantes de uma das atrações da noite, gostou muito das apresentações e elogiou a organização. “Gostei muito da organização. Apesar de ser simples é bem eficiente. A qualidade do som também é muito boa. Por ser uma tenda, achei que não seria tão bom, mas é excelente. Os apresentadores também são bem dinâmicos e agradam o público. To gostando bastante de tudo.” Além da Batalha de Bandas, é possível encontrar no espaço pequenos shows e debates. Outras atrações da noite são Lucimare, Bruno Camurati, Single Core, Soh Louvor e Banda Luminus. Os debates têm temas diversos e sempre voltados para os jovens. Carolina Mesquita

Diego Fernandes no palco do Halleluya

Diego Fernandes: A vida não é uma droga, com Jesus a vida é mais feliz. Na quinta-feira (21) do Festival Halleluya, o cantor Diego Fernandes lançou o seu CD Volte ao primeiro amor, que garantiu ao artista 4 prêmios no troféu Louvemos ao Senhor 2016, incluindo os prêmios de Cantor Solo do Ano e Álbum de Rock do Ano. O cantor fala que a intenção do seu novo trabalho é gerar um movimento de retomada espiritual: “Esse CD é para voltar às raízes, voltar à essência, valorizar mais a Deus, os amigos e retomar a minha vida espiritual” e comenta sobre a sua expectativa para o show no Festival que realiza a sua 20ª. edição: “Tenho certeza de que o show vai ser muito mais que um show, mas vai ser um compromisso com Deus”. Diego Fernandes ainda fala sobre o combate às drogas, em vista da campanha promovida pela Comunidade Católica Shalom. A vida não é uma droga: “Larga essa droga que ela não vai te largar, siga o leão da tribo de Judá! Essa é uma das músicas que eu tenho nesse novo CD. Se você não largar a droga, ela não vai te largar, não vai soltar nunca mais” e o cantor faz uma motivação: “Você que diz, eu uso droga para curtir! Deixa eu te dizer, se você quer curtir, se você quer ter o prazer pleno, creia nEle, a vida não é uma droga, com Jesus a vida é mais feliz!” O Festival Halleluya promove o espaço Vida Quero Mais, local onde são ofertados cursos e palestras com abordagem do combate às drogas. O evento continua até domingo (24). Tainã Maciel

André Leite e a banda Id2 abrem a segunda noite do Halleluya

A segunda noite do Halleluya foi aberta pelo cantor André Leite e a banda Id2. Lançando seu primeiro disco solo, de nome “O mundo que eu sou”, o cantor contou emocionado a experiência de subir pela primeira vez ao palco do Halleluya. “Eu tento explicar, colocar em palavras, mas posso tentar deixar o coração abrir, colocar o que tem aqui dentro pra você, e eu sei que ainda assim não vou conseguir, mas é transbordar em lágrimas, é sentir. Fortaleza é o lugar onde nasci. Tenho uma história muito forte aqui, uma história muito bonita a ser contada que envolve a história de luta da minha mãe pela minha vida e isso eu nunca falei pra ninguém, eu tô falando a primeira vez aqui”, disse. Recentemente, a banda assinou um contrato com a gravadora Sony Music. André afirmou que o público pode esperar um trabalho em respeito ao que a “Igreja Católica quer passar para a juventude”. “Hoje a Sony nos apoia por completo, então é isso que o público pode esperar. Nunca nada que deixe de ser o que é, que perca essa essência, isso jamais, porque aí, senão, se torna uma banda sem fundamento, e eu já passei por essa fase na vida. Eu vim da noite, eu era um cantor da música secular e percebi que a música sem Deus perdeu a graça pra mim. Então hoje, pra que a música possa continuar sendo música, ela precisa ser de Deus na minha vida”. André Leite tem um forte testemunho de superação. Não conheceu o pai, o padrasto teve envolvimento com drogas e álcool, e o cantor sofreu de depressão durante seis anos. Muitos encontram motivação na história de vida dele. Sobre ser um testemunho, André afirma: “Eu sonho em passar para a juventude que existe o perdão, que existe a misericórdia, que o único e verdadeiro herói subiu na cruz, enfrentou a morte e a venceu por nós. Essa é a minha grande parada, o que eu quero morrer cantando”. por Redação

A misericórdia divina em dança, música e teatro no Halleluya

Música, dança e teatro. Dessa mistura, surgem os musicais que são apresentados no palco principal do Festival Halleluya. Segundo a diretora Milza Gama, será apresentado um musical que abordará o tema da misericórdia a cada dia, mostrando, de modo moderno, esse olhar amoroso de Deus. O musical apresentado nesta quinta-feira é a versão moderna da passagem de Maria Madalena, intitulado “A mulher que encontrou”. Além de falar da misericórdia de Deus, a peça aborda o tema da violência contra a mulher na atualidade. “Na produção musical, contamos com os compositores Tony Voice e Izy Mistura. O estilo escolhido foi o Hip Hop. A coreografia foi elaborada pelo coreógrafo Silvio Scar e Cintia Eufrásio, que foi a protagonista desse musical”, informa Milza.   Neide Oliveira

Novidade Halleluya: Tenda Eletrônica agita os jovens numa balada diferente

A Arena Halleluya tem um pouco de tudo: lazer, diversão, arte, solidariedade e muita oração. Para celebrar seus 20 anos de história, o maior festival católico de artes integradas do país trouxe muitas novidades para Fortaleza. Nas edições anteriores, o Halleluya contava com um ônibus balada, em que os jovens podiam curtir um som alternativo, mas, em 2016, o ônibus evoluiu se tornou uma ‘Tenda Eletrônica’ dentro do evento. Quem gosta de música agitada, balada e DJ vai adorar o novo espaço. A Tenda Eletrônica recebe 80 jovens por vez. A fila na entrada é enorme, mas não desanima Herison Souza (21), que está no seu terceiro Halleluya. “Eu acho que lá dentro vou me divertir muito, conhecer novas pessoas. O Halleluya é muito bom para fazermos novos amigos, por isso aqui na fila ou lá dentro eu sei que vou gostar muito”, disse. Ele ainda fala que já visitou vários outros espaços do festival, já foi à confissão, cursos, oração e aconselhamento, mas agora pensa em se divertir de outro jeito, embora também tenha uma experiência com Deus da mesma forma. “Hoje eu vim conhecer esse novo lado do Halleluya”, ressaltou. Herison estava com a amiga Rosiane Ribeiro (19), ela disse que mesmo dançando, pulando e cantando alto, os jovens podem sentir a presença de Deus. “A Tenda Eletrônica é um lugar alegre que chama muitos jovens, acho que esse jeito de falar com a gente também é uma evangelização”. Malabarismo na Tenda Eletrônica Para não deixar ninguém parado mesmo, além de ter DJ, a Tenda Eletrônica apresenta Pedro Ivens Queiroz (19), ele faz malabarismo e promete agitar os participantes. “Eu vou brincar com eles com malabarismo de bolinhas, argolas e pinos. Também vou pintar todos com uma tinta neon e dar aquele toque especial na festa”, disse o jovem. A Tenda abre todos os dias a partir das 20h e também conta com um Seminário de Vida no Espírito Santo relâmpago. Os jovens entram, curtem o som e depois escutam falar do amor de Deus e sobre outros temas. No sábado, 23, a tenda funcionará com mais de dez sessões de 40 minutos. O ambiente climatizado contribui para que os jovens aproveitem melhor o momento. “Eu não era muito católico, mas estando na Tenda Eletrônica eu pude me aproximar dos jovens e também comecei a gostar mais de momentos de adoração”, testemunha Pedro. A Tenta Eletrônica está na Arena do Festival Halleluya até domingo (24). Para participar, é preciso somente fazer a inscrição na entrada da tenda. Mateus Ferreira  

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