Projeto Juventude para Jesus comemora 28 anos neste sábado

Projeto Juventude para Jesus comemora 28 anos neste sábado O Projeto Juventude para Jesus (PJJ), da Comunidade Católica Shalom, comemora 28 anos neste sábado, 20 de maio. Para celebrar esta data, o Shalom da EPTG vai sediar, a partir das 15h, uma tarde de diversão e evangelização para os jovens. O PJJ é uma estrutura pastoral do Shalom que surgiu para se dedicar à expressão jovem da Comunidade, tento como missão evangelizar os jovens com ousadia e criatividade, à luz do Carisma. A tarde contará com várias atividades, entre elas a acolhida, com uma missa, do padre Célio Lourenço. Enviado diretamente de Fortaleza (CE), ele chega para assumir a Coordenação Apostólica de Brasília e dar um grande gás na evangelização da missão. Padre Célio encontrou sua vocação no Shalom, tornando-se sacerdote da Comunidade de Vida. O sacerdote já participa há alguns anos do Acamp´s – acampamento para os jovens – na capital federal. Foi justamente a experiência dele com os jovens que o aproximou de Deus. “Eles foram aparecendo na minha vida naturalmente. Para falar a verdade, eles foram me aproximando mais e mais de Deus, fazendo despertar e crescer uma semente que havia no meu coração”, contra o padre. Além da missa de acolhida do padre Celio, o aniversário do PJJ vai ter adoração ao Santíssimo e muitos momentos de louvor. Venha comemorar esta data especial e mergulhar na alegria que nos faz ofertar tudo pelos jovens!                                                                                                                                                                        Lorena Vale                                                                 

Sinta-se inteiramente vivo! Vem aí a Trilha Jovem Fully alive

Você estava à procura de uma nova experiência? Estava atrás de grandes aventuras e alegrias? Pois, fique tranquilo que a TRILHA  JOVEM QUE VOCÊ RESPEITA, ESTÁ DE VOLTA! Isso mesmo, e com muita novidade, por isso, vamos lançar-se nesta oportunidade! Esta é a hora certa de mergulhar fundo e de se sentir totalmente vivo! A radicalidade está marcada nesta caminhada e muita diversão! Prepare -se para viver uma experiência nova! Você se sentirá vivo com este amor que abraça, acolhe e liberta. Juntos também, encontraremos o sentido e direção das nossas vidas, traçaremos os horizontes mais secretos de nós mesmos, desvendaremos os mistérios dos nossos corações, reavivaremos o amor que existe em nós. Corre! Dá tempo de organizar as coisas e partir! Não adie essa experiência, VIVA E SINTA-SE INTEIRAMENTE VIVO! “ Ele te chama, te espera, sabe que é tempo para seguir” INFORMAÇÕES: ? Local: Povoado Ribeirinhas ? Idade: A partir de 14 anos ? Data: 21 de Maio ⌚ Saída: Dia 21/05 às 9h – Shalom Propriá (Av. Pedro Abreu de Lima, 482) ? Mais informações: (79) 991376661                                                     Gincana                                       Pregação                                       Oração                                                 Radicalidade                                    Diversão                               Novas Amizades  

3 conselhos para evangelizar melhor nas redes sociais

Uma jovem blogueira católica compartilhou alguns conselhos para evangelizar através das redes sociais como Facebook, elaborados a partir da sua própria experiência. Em diálogo com o Grupo ACI, María Pía Moreno, compartilhou que a sua inspiração para propor estes conselhos foram a partir do episódio intitulado “Jovens católicos na Internet”, do programa Cara a Cara transmitido pela EWTN e é apresentado por Alejandro Bermúdez, diretor do Grupo ACI. Moreno, que administra um blog sobre casamentos chamado “Velo de Vainilla” propôs estes conselhos: 1. Crie o seu próprio post em vez de apenas compartilhar algo interessante Quando quiser compartilhar algo que acha que possa ter um potencial evangelizador, Moreno dedica alguns minutos para fazer uma breve reflexão e a coloca no post a ser publicado. Além do texto, acompanha a publicação com uma imagem e coloca o link da informação para aqueles que quiserem obter mais informações. “Quando estamos em uma conversa no ‘mundo real’ com nossos amigos, não ficamos mostrando-lhes o tempo todo livros ou artigos. Em vez disso, nós descrevemos o assunto e as coisas que diremos passamos pelo nosso filtro pessoal. Isso nos dá autoridade frente aos nossos amigos. Eles nos escutam sabendo quem somos e a amizade que temos”, explica. Quando começou a aplicar este conselho, recorda, “as reações foram imediatas. Meus contatos se sentiram a vontade para comentar. Assim eu comecei a ganhar autoridade e respeito acerca destes temas”. Por isso, indicou que “ao compartilhar simplesmente um artigo, estamos deixando de fazê-lo. Estamos fazendo gol contra!”. Para a blogueira, ao não postar um comentário próprio se perde a oportunidade de “que surja uma conversa ou uma repercussão visível. Acontece que as redes sociais dão mais peso a essas publicações de amigos que têm mais comentários e curtidas”. 2. Pense em uma pessoa em concreto O segundo conselho proposto por Moreno é escrever “pensando naqueles que estão abertos à evangelização, naquelas pessoas que sabemos que tem vontade de se aproximar de Deus e que talvez sentem temor ou vergonha”. “Tendo em mente uma pessoa em concreto ao escrever, nos ajuda a vencer o pânico cênico que as redes sociais podem causar e nos ajuda a escrever sobre o tema com simplicidade”, indicou o blogueira. Como consequência, começou a receber mensagens de contatos do Facebook com quem costumava conversar e encorajava a continuar com suas publicações. “Há muita vontade de Deus, de aprender; mas – pelo que eu vejo – essas pessoas se sentem envergonhadas de pensar de forma diferente e preferem não dizer nada. Mas quando veem que alguém sai e fala – ou escreve – se sentem identificados e pouco a pouco se fortalecem”, explicou. Também aconselhou a não escrever pensando nos ‘trolls’ ou nas pessoas que podem ser contra, porque parecerá que o texto foi escrito na defensiva e poderia acabar sendo pouco autêntico. 3. Combine posts de evangelização com posts pessoais O último conselho de María Pía Moreno é intercalar as publicações de evangelização com outras pessoais para não acabar “sobrecarregando” as pessoas. A blogueira sugeriu, por exemplo, avisar que “os próximos 3 ou 4 posts serão sobre um assunto específico” e “depois de dois posts de evangelização, colocar uma foto” de família, “com o esposo, o cachorro, uma paisagem, etc. Isto é como se estivesse dizendo: ‘Ei, continuo sendo eu, María Pía, tua amiga!’”. “Isso humaniza nossas ideias. Recordamos que somos seres humanos em primeiro lugar e depois o que pensamos”, concluiu. Fonte: Acidigital

Entrevista: a história de um chamado

“Estou partindo para que o Espírito Santo venha com mais força e poder sobre vocês. E vou com alegria, para dar aquilo que Deus me deu: a verdadeira felicidade”. “Sou fã desse homem”. Ou: “Lenda viva”. Parece que esses costumam ser mesmo os primeiros comentários de qualquer pessoa que tenha tido a oportunidade de conhecer Messias Melo. Um homem cuja decisão por Deus e pelo caminho de santidade continua a influenciar e inspirar centenas de pessoas. Ele, que é um marco na evangelização e no crescimento da Comunidade Católica Shalom em São Paulo, deixa a cidade depois de 16 anos e parte em missão para Lisboa, em Portugal. Messias conversou com a gente sobre sua vocação, seus 33 anos na Comunidade Shalom, sobre o tempo vivido em São Paulo, e também suas descobertas sobre Deus, seus desafios e superações. Essa entrevista é a história de um chamado. Acompanhe. – Messias, você contou outro dia que costumava subir a uma montanha para rezar, muito antes de conhecer o Shalom. A pergunta é: Você sempre foi um jovem de oração? Quando começou a sua relação com a Igreja? Sempre tive o desejo de ter uma vida diferente. Minha família é muito católica. Eu morava no Ceará, então eu saía pelas praias, pelas dunas, e ficava me questionando: meu Deus, que imensidão, que oceano tão grande, por que você criou tudo isso? Então eu acho que, já ali, seria o começo de uma vida de oração. Um questionamento meu, das belezas de Deus. Aquilo me deixava em paz. E mais tarde eu fui descobrir melhor esse caminho, esse caminho de diálogo, esse estar com Deus. Mas tudo começou concretamente mesmo quando eu fiz o Seminário de Vida no Espírito Santo, e eu tive ali uma verdadeira experiência. Foi em 1979. O sacerdote rezou por todos que estavam lá, menos por mim, até que em certo momento me olhou profundamente nos olhos e perguntou se eu queria receber uma oração, eu fiquei em silêncio e ele orou por mim. A partir daquele dia, eu fiquei dois dias inteiros chorando. Chorava mesmo. No terceiro dia, senti um desejo profundo de orar. Eu levantava cedo, às 5h da manhã, caminhava até a praia, e ali, vendo o sol nascer, eu começava a conversar com Deus. Eu não sabia o que fazer, mas as palavras saíam de dentro de mim. Então acredito que naquele dia eu recebi um dom.  Foi reavivado dentro de mim uma vida profunda de oração. Eu comparo muito a vida de oração com o sol. Tem de nascer todos os dias, para iluminar a escuridão. Eu vejo a oração como essa grande luz, que vem sobre mim, que me ilumina nos momentos mais difíceis e me dá essa graça de caminhar sempre fiel na vontade de Deus. Desde aquela data, em 1979, eu nunca mais deixei de rezar um só dia.  Todos os dias, às 5h da manhã, eu estou ali com Deus para o nosso encontro. E como você chegou à Comunidade Shalom? Eu tinha um amigo, o Magno, e ele convidou muitas pessoas para irem na inauguração de uma lanchonete em Fortaleza. Essa inauguração, era a inauguração do Shalom. Estava todo mundo reunido, a gente morava próximo à praia, e ele nos convidou também, eu e minha namorada.  Nós fomos. Interessante que de todos que foram, apenas eu fiquei. Lá, naquela noite, o bispo deu a benção pela inauguração, e nós fomos informados que, ainda naquela noite, ali, começaria um grupo de oração, e eu fui para o grupo de oração. Eu fui a primeira ovelha do Shalom. Fazendo memória da sua história, houve um momento em sua vida que você teve uma experiência mais profunda de fé? Como aconteceu? O maior passo de fé que eu já dei na minha vida foi ter permanecido naquela lanchonete. Aquela noite foi muito impactante. De ver a vida de pessoas sendo transformadas e de ver que eu poderia viver do mesmo jeito. Eu não as conhecia, eu não sabia de nada sobre aquela realidade, e algo me impulsionou a me lançar. Eu abracei. Dei um passo no escuro, sem saber como seria. Esse foi o momento que me fez fiel até os dias de hoje. Deus te mandou algum sinal? Alguma confirmação? Não tenho explicação. Foi algo dentro de mim. Até hoje eu paro e penso: Por que foi que eu fiz isso? (risos). Porque tinha, sim, paróquia do meu lado, outros grupos de oração, eu era amigo de padre, era tão jovem, e de repente eu me decidi por algo que estava dentro de mim. Foi espiritual, eu me sentia chamado. E como aconteceu o seu chamado à Comunidade de Vida? Esse momento em que você decidiu deixar tudo, abandonar tudo, para viver inteiramente a sua vocação. Você comentou há pouco que tinha uma namorada… Foi dificílimo, porque, na verdade, quando dei esse passo, eu não sabia o que seria a Comunidade de Vida. Para falar a verdade, naquele início de tudo, eu nem cheguei a ser acompanhado, não existia, como hoje, encontros vocacionais específicos. Eu sabia que algumas pessoas eram acompanhadas pelo Moysés (fundador) e no final do ano mandavam carta pedindo ingresso. Eu me engajei no Shalom e o Moysés às vezes me perguntava: Quer mandar uma carta? E eu dizia: Não, eu já sou super engajado, me sinto bem. Mas no final eu mandei a carta, sem nem saber ao certo o que estava fazendo (risos). Eu fui um dos poucos que entrou naquele ano, o que me fez pensar, também, que certamente era a vontade de Deus. Eu acho isso tão legal. Porque, se eu parar para pensar, 33 anos de Shalom, e tudo nasceu como uma decisão de coração. Eu não planejei entrar, não planejei fazer esse caminho, eu só tinha o coração, eu disse: Senhor, eu vou. Seja o que o Deus quiser. E a gente, hoje em dia, pede tantas confirmações, não é mesmo? Na sua visão, o que é vocação? Como a gente

“A evangelização deste tempo é um grande desafio”, diz Dom Rino Fisichella

Na sua passagem pela Diaconia, sede governamental da Comunidade Católica Shalom, Dom Rino Fisichella, presidente do pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, concedeu uma entrevista para os meios de Comunicação da Comunidade (Rádio Shalom 690 AM, Portal Comshalom e Fazendo Barulho). O arcebispo falou sobre os desafios da evangelização e os meios necessários para que o anúncio do Evangelho seja mais eficaz. Confira a entrevista na íntegra: Rádio Shalom: Nós sabemos que o Papa Francisco nos pede ousadia e alegria para a evangelização, mas o que a igreja pensa mais ainda para a evangelização deste tempo? Dom Rino: A evangelização deste tempo é um grande desafio. É o desafio que a igreja acolheu com o ensinamento de São João Paulo II, com ensinamento do papa Bento XVI e agora com a provocação cotidiana do papa Francisco para que a igreja viva “em saída”, para que mude a própria mentalidade, tire toda forma de burocracia presente na nossa vida cotidiana para recuperar a dimensão de humanidade, a dimensão de relacionamento pessoal. Logo, a evangelização no mundo de hoje é o anúncio do Evangelho de Jesus Cristo que é sempre o mesmo, ontem, hoje e sempre. Mas nós devemos fazer isso com maior convicção e sempre sabendo que, na medida em que nós anunciamos o evangelho, tornamos credível também o estilo de vida dos cristãos. A igreja é aquela que Jesus quis. Jesus quis a sua igreja para que continuasse a proclamar o Evangelho, isto é, a bela notícia que ele trouxe ao mundo. A igreja precisa ter o rosto de Cristo, não pode ter um outro porque traz si mesma, em seu rosto, a própria imagem de Cristo. Logo, a igreja de Cristo que continua a viver na história dos nossos dias. Portanto, esta é uma igreja que é chamada a ser cada vez mais aquela presença de Deus que se realiza em um povo, um povo que é preenchido tantos dons, de tantos carismas. É preciso ser capaz de colher a presença do Espírito que dá os seus carismas a sua igreja para que possa dar uma resposta a cada homem, a cada mulher, que vive no mundo contemporâneo. Porém, esta é também a igreja que deve olhar para o futuro, não somente o presente. É uma igreja que não deve viver de nostalgia pelos tempos passados. É uma igreja que não deve viver de utopia pensando a metas que não poderão jamais ser atingidas. É uma igreja chamada a viver o presente que lhe é dado lendo os sinais dos tempos, que são sinais de amor que Deus dá ao mundo, e buscar fazer destes sinais uma vida vivida no amor e na misericórdia. Rádio Shalom: Qual a importância dos meios de comunicação para a Nova Evangelização? Dom Rino: Os meios de comunicação são decisivos em um período como o nosso. No entanto, a expressão “meios de comunicação” não me convence. Não estamos somente falando de “meios”, estamos falando de uma nova cultura que é a cultura da comunicação, a cultura digital. É a cultura que cria, criou, está criando (e no futuro ainda mais) novas linguagens e quando mudamos as linguagens mudamos em consequência os comportamentos. Logo, a comunicação é decisiva pois, no momento em que novas linguagens suscitam novos comportamentos, apresentar a vida nova do Evangelho que nos vem com o batismo (porque no batismo recebemos uma vida nova), torna-se verdadeiramente a capacidade de confrontar-se com a nova cultura, as novas linguagens, mas também com o próprio conceito de “verdade” que está contido nestas linguagens. Logo, a nova evangelização exige de si mesma a capacidade de entrar nesta nova cultura, de fazer-se presente, de compreendê-la, de verificar os aspectos positivos e os limites que estão presentes nesta cultura, e, na medida do possível, transformá-la à luz do Evangelho. Portal Comshalom: A Comunidade Shalom está completando 35 anos, qual a importância de todos irem para Roma, para a Convenção em setembro? Dom Rino: O Shalom tem um grande dom que lhe foi dado e é o dom de dedicar-se, alma e corpo, completamente à evangelização, sobretudo dos jovens. É por isso que o Shalom tem a responsabilidade de saber corresponder a este pedido que a Igreja lhe faz e que a Igreja reconheceu. Portanto, nas diversas expressões da vida da Comunidade Shalom, encontramos aquela que é  a própria experiência que a igreja deve cumprir: uma igreja que contempla o seu Senhor, uma igreja que O súplica, uma igreja que O anuncia e que vive deste anúncio. Ping-pong: Um santo: o que vive o Evangelho a cada dia. Um documento do magistério: Dei Verbum Uma virtude: amor Um livro: o meu (risos) Uma passagem bíblica: seriam tantos… como diria somente uma passagem bíblica? Uma passagem: João 15: “não vos chamo mais servos, vos chamo amigos”. Uma esperança: que a igreja possa ser unida, santa, católica e apostólica. No final da entrevista, Dom Rino deu uma bênção a todos os profissionais dos meios de comunicação da Comunidade Shalom.

“A evangelização deste tempo é um grande desafio”, diz Dom Rino Fisichella

Na sua passagem pela Diaconia, sede governamental da Comunidade Católica Shalom, Dom Rino Fisichella, presidente do pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, concedeu uma entrevista para os meios de Comunicação da Comunidade (Rádio Shalom 690 AM, Portal Comshalom e Fazendo Barulho). O arcebispo falou sobre os desafios da evangelização e os meios necessários para que o anúncio do Evangelho seja mais eficaz. Confira a entrevista na íntegra: Rádio Shalom: Nós sabemos que o Papa Francisco nos pede ousadia e alegria para a evangelização, mas o que a igreja pensa mais ainda para a evangelização deste tempo? Dom Rino: A evangelização deste tempo é um grande desafio. É o desafio que a igreja acolheu com o ensinamento de São João Paulo II, com ensinamento do papa Bento XVI e agora com a provocação cotidiana do papa Francisco para que a igreja viva “em saída”, para que mude a própria mentalidade, tire toda forma de burocracia presente na nossa vida cotidiana para recuperar a dimensão de humanidade, a dimensão de relacionamento pessoal. Logo, a evangelização no mundo de hoje é o anúncio do Evangelho de Jesus Cristo que é sempre o mesmo, ontem, hoje e sempre. Mas nós devemos fazer isso com maior convicção e sempre sabendo que, na medida em que nós anunciamos o evangelho, tornamos credível também o estilo de vida dos cristãos. A igreja é aquela que Jesus quis. Jesus quis a sua igreja para que continuasse a proclamar o Evangelho, isto é, a bela notícia que ele trouxe ao mundo. A igreja precisa ter o rosto de Cristo, não pode ter um outro porque traz si mesma, em seu rosto, a própria imagem de Cristo. Logo, a igreja de Cristo que continua a viver na história dos nossos dias. Portanto, esta é uma igreja que é chamada a ser cada vez mais aquela presença de Deus que se realiza em um povo, um povo que é preenchido tantos dons, de tantos carismas. É preciso ser capaz de colher a presença do Espírito que dá os seus carismas a sua igreja para que possa dar uma resposta a cada homem, a cada mulher, que vive no mundo contemporâneo. Porém, esta é também a igreja que deve olhar para o futuro, não somente o presente. É uma igreja que não deve viver de nostalgia pelos tempos passados. É uma igreja que não deve viver de utopia pensando a metas que não poderão jamais ser atingidas. É uma igreja chamada a viver o presente que lhe é dado lendo os sinais dos tempos, que são sinais de amor que Deus dá ao mundo, e buscar fazer destes sinais uma vida vivida no amor e na misericórdia. Rádio Shalom: Qual a importância dos meios de comunicação para a Nova Evangelização? Dom Rino: Os meios de comunicação são decisivos em um período como o nosso. No entanto, a expressão “meios de comunicação” não me convence. Não estamos somente falando de “meios”, estamos falando de uma nova cultura que é a cultura da comunicação, a cultura digital. É a cultura que cria, criou, está criando (e no futuro ainda mais) novas linguagens e quando mudamos as linguagens mudamos em consequência os comportamentos. Logo, a comunicação é decisiva pois, no momento em que novas linguagens suscitam novos comportamentos, apresentar a vida nova do Evangelho que nos vem com o batismo (porque no batismo recebemos uma vida nova), torna-se verdadeiramente a capacidade de confrontar-se com a nova cultura, as novas linguagens, mas também com o próprio conceito de “verdade” que está contido nestas linguagens. Logo, a nova evangelização exige de si mesma a capacidade de entrar nesta nova cultura, de fazer-se presente, de compreendê-la, de verificar os aspectos positivos e os limites que estão presentes nesta cultura, e, na medida do possível, transformá-la à luz do Evangelho. Portal Comshalom: A Comunidade Shalom está completando 35 anos, qual a importância de todos irem para Roma, para a Convenção em setembro? Dom Rino: O Shalom tem um grande dom que lhe foi dado e é o dom de dedicar-se, alma e corpo, completamente à evangelização, sobretudo dos jovens. É por isso que o Shalom tem a responsabilidade de saber corresponder a este pedido que a Igreja lhe faz e que a Igreja reconheceu. Portanto, nas diversas expressões da vida da Comunidade Shalom, encontramos aquela que é  a própria experiência que a igreja deve cumprir: uma igreja que contempla o seu Senhor, uma igreja que O súplica, uma igreja que O anuncia e que vive deste anúncio. Ping-pong: Um santo: o que vive o Evangelho a cada dia. Um documento do magistério: Dei Verbum Uma virtude: amor Um livro: o meu (risos) Uma passagem bíblica: seriam tantos… como diria somente uma passagem bíblica? Uma passagem: João 15: “não vos chamo mais servos, vos chamo amigos”. Uma esperança: que a igreja possa ser unida, santa, católica e apostólica. No final da entrevista, Dom Rino deu uma bênção a todos os profissionais dos meios de comunicação da Comunidade Shalom.

Missões do Shalom de São Paulo realizam evangelização do Acamp’s na avenida Paulista

O local, onde passa em média 1,5 milhão de pessoas todos os dias, e conhecido pela festa da virada de ano, foi o escolhido para a evangelização regional de divulgação do Acamps organizado pelas missões de São Paulo (Aparecida Araraquara, Guarulhos, Perdizes, Santo André e Santo Amaro), realizada nesta sexta-feira (06). “Encontramos várias tribos, várias pessoas, porque aqui as pessoas se encontram para se divertirem”, explicou Gabriel Silva sobre a experiência de evangelização na avenida. “Evangelizar na paulista é tocar no coração do mundo”, enfatizou. O grupo se reuniu às 19hs em frente ao MASP (Museu de Arte de São Paulo), e ali começaram os ‘trabalhos’. De dois em dois, três em três, as vezes até grupos maiores, se dirigiam aos jovens que se encontravam no local dado como ponto de partida. “Eu vejo jovens que acreditam em Deus mas não tem uma direção, só precisam de alguém que chegue para mostrar a eles”, contou Nathaly Freitas ao recordar das pessoas nas quais conversou. Não raramente, é possível se deparar com jovens como o Daniel, de 26 anos, que, movido pela curiosidade de ver o panfleto que o grupo distribuía, foi alcançado pelo amor de Deus. “As vezes eu me sinto como um copo com líquido pela metade, que mais fica vazio do que cheio ao ponto de transbordar”, contou com os olhos lacrimejando ao relembrar da sua história de vida: jovem, morador de rua, órfão de pai e mãe, sem contato com a família. Só uma coisa é capaz de encher isso que Daniel chama de copo, mas que na verdade é o coração do homem: a experiência com o Cristo ressuscitado que traz vida. E esse é o objetivo principal de toda e qualquer evangelização promovida pela Comunidade Católica Shalom: levar a experiência do amor Divino. O Acamp’s, usado nesse dia como instrumento para reunir os jovens das missões, é uma isca é um convite para mergulhar no sobrenatural que pode acontecer através da experiência pessoal com o amor do Pai. Para Thiago Sousa, evangelizar nessas situações, é poder “tocar nas multifaces do paulista e ver que o homem precisa ter a experiência com Deus”. Enquanto ocorria a Evangelização, o céu fechou e o tempo virou. Estando na terra da garoa, os jovens não desanimaram e não se desviaram do objetivo deste dia. Saíram do vão do MASP em direção a um ponto mais movimentado da avenida. Ficaram em frente ao Fórum da Justiça Federal. Fazendo barulho, dançando, cantando, panfletando, evangelizando. Tudo isso debaixo da chuva. A música Mar, do Missionários Shalom, que diz “quem entra nessa chuva é para se molhar” fez todo sentido para servir como som de fundo deste momento. Depois, foram para a frente do shopping Cidade São Paulo, outro ponto movimentado da avenida. Com a alegria em transmitir a felicidade encontrada a partir da experiência pessoal, o grupo fez um flash voice improvisado com a música “A santidade eu vou buscar”. “A gente consegue chamar a atenção; a galera deve pensar: um monte de jovem louco aqui na paulista, o que devem estar fazendo? Assim, conseguimos despertar algum interesse, nem que seja a curiosidade”, analisou Suellen Ferreira. Estar na avenida Paulista é adentrar ao coração de São Paulo, nossa terra de missão. É conhecer pessoas, tribos, histórias. É perceber que Deus habita na diversidade, mas que de forma universal, como homens, precisamos Dele como referência para a vida. O Acamp’s é uma ótima oportunidade para ter essa experiência pessoal e se sentir preenchido e saciado. Oportunidade para que os jovens sintam esse amor de forma radical, de forma ousada, de forma jovem. O encontro acontecerá dos dias 19 a 22 de janeiro em Arujá, com saída dos ônibus das cinco missões. Outras informações poderão ser obtidas através da página no facebook https://www.facebook.com/acampssaopaulo/

“A minha vida já não é minha, é doada, é pro outro”

“… A peregrinação pelo caminho De Santiago ia terminar fazendo com que eu descobrisse a mim mesmo… “ No último sábado, dia 03/12, um grupo de jovens da comunidade católica shalom da Missão de Perdizes/SP foi evangelizar no Parque da Juventude, na zona norte da capital paulista, com a missão de dar de graça aquilo que de graça receberam. Eu estava entre eles. No caminho para o parque, os planos que haviamos feito não se realizaram. Chegamos atrasados no local,  mas mesmo assim nos permitimos viver sem seguranças, pois Deus estava nos moldando. Encontramos um homem que aparentava ter 50 anos, que nos contou ter uma filha de 19. Motivados por essa informação, apresentamos os eventos programados na comunidade: o Follow Me “Segue-me” (voltado para universitários), e o Acamp’s, que atrairia a atenção de sua filha que é escoteira. Depois de toda conversa e partilha sobre a vida dele, da filha e da mulher, ele nos questionou: – Sondem-se antes de responder. Uma vez, minha filha foi com pessoal no parque com a roupa de escoteiro e fizeram aquilo de só segurar uma plaquinha escrita: “Me abrace”. E a galera abraçava eles… Eles tinham como princípio que foram fazer aquilo no parque. No escotismo um dos princípios é a obediência. Dou como exemplo o apito do chefe quando quer reunir os escoteiros, que independente de onde estiverem vão correndo ao encontro dele, sem que use uma palavra – explicou introduzindo o questionamento – Mas agora fazendo uma pergunta seria: Qual o intuito de vocês, enquanto jovens, fazendo esse tipo de trabalho? Pra cada um, sem aquilo de “é que sabe que…” (risos). – Pra mim é levar a verdadeira felicidade a todos – respondeu categoricamente Camilla Santos – Dou como exemplo, que fui de paróquia há 9 anos, e como vivência eu não tinha uma vida de oração diária, e no acamp’s (que fui convidado por uma amiga), eu percebi a necessidade que eu tinha de falar com Deus – exemplificou Maurício Neres – Meu intuito é fazer com que as pessoas possam ter uma experiência única com Deus e queira também falar com Ele, pois Deus está aqui. – O meu desejo ao sair para evangelizar é alcançar os jovens que se sentem vazios assim como eu um dia já estive vazio e quero que, como eu, eles possam se sentir amados por Deus – respondeu João Paulo. – Eu achava que Deus era uma pessoa muito distante, Ele lá e eu aqui . Quando eu descobri que Ele está vivo, que Ele é pra mim, que Ele me ama como eu sou, eu falei: Ele é O cara! – refletiu Andreza Marques antes da resposta ao questionamento levantado – Mas o meu intuito é fazer com que outras pessoas se sintam amadas e que saibam que não estão só. – Deus e suas didáticas né… tem sido um tempo bem difícil pra mim, acolher a vontade de Deus. É um socorro que a humanidade geme e pede, principalmente os jovens que estão super perdidos. Eu já passei por isso, eu já fui uma jovem do mundo, sei o quanto nos sentimos incompletos, e buscamos um preenchimento fora de série. Eu buscava nas baladas, nas pessoas, em tudo… – respondi relembrando da minha vida antes de decidir-se por Deus – Quando eu tive meu reencontro com Deus, com a face misericordiosa dEle, Ele me disse “Eu te pego em meu colo, eu te puxo pra você caminhar”. E foi assim realmente, uma didática que Ele precisou que eu passasse, pra entender que a minha vida já não é minha, já é doada, é pro outro. E por isso eu estou aqui. – Eu passarei esse papel pra minha filha, mas o que acontecer daqui pra frente não será por mim, mas por vocês, pela oração de vocês! – respondeu depois que respondemos seu questionamento – No mínimo deve ter alguém aqui usando droga, e são vocês quem tem que chegar nessa pessoa, pra que ele possa hoje perguntar à vocês ‘pra onde eu vou?’ Eu sou só um instrumento de Deus assim como vocês são – nos lembrou de nossa maior missão ao finalizar a conversa, virar as costas, e sair com os panfletos que entregamos a ele em suas mãos. Por fim: Há MUITAS pessoas distantes no vazio, atormentadas pelos males de uma era turbulenta e sem alívio. Ansiamos pelo dia sublime, onde na saudade por alguém que ainda não vimos, nos imaginamos correndo para os teus braços, ó Pai. Só queremos a calmaria de um lugar que sopre o vento da paz, guiando-nos às águas tranquilas. Somos estrangeiros e vamos seguindo para o eterno lar, enquanto esperamos o momento que iremos te encontrar. Quando, não sabemos, mas um dia, saberemos! Vivemos para te encontrar. “Não é porque você é jovem que você não vai estar com Deus.” Nicolle Luísa é vocacionada da Missão São Paulo/Perdizes da Comunidade Católica Shalom.

180 Graus Fest: uma virada radical no Recife

Uma festa da misericórdia. Essa é uma boa definição do que foi a primeira edição do 180 Graus Fest Recife, realizado nesta sexta-feira (2) no Cais da Alfândega, Bairro do Recife. Música, dança, oração, confissão, adoração ao Santíssimo e muita, muita alegria marcaram o evento realizado pelo Shalom Recife, que levou milhares de recifenses ao centro da capital pernambucana. Já na abertura, o ministério da Comunidade Boa Nova colocou o público para rezar com suas músicas orantes. Durante sua apresentação, o fundador, Hamilton Apolonio, levou o público ao delírio quando falou do Halleluya e disse que o de Recife estaria perto de acontecer. Hamilton relatou a alegria de estar nesse evento e da felicidade de ver muitas outras comunidades Novas pernambucanas reunidas ali. Já a dupla Doidin de Deus (DDD) pôs todo mundo pra dançar com frevo e recbeat, ritmos pernambucanos, além do forró. Com uma performance de palco divertida, os DDDs também fizeram as pessoas darem boas gargalhadas. Ivanildo Silva, consagrado da Obra de Maria e cantor do DDD, relatou seu contentamento em fazer parte do 180 Graus Fest e já se colocou à disposição para a próxima edição do evento. Por fim, o aguardado Missionário Shalom (MSH), não deixou ninguém parado um só minuto. Gustavo, Débora e cia eram ovacionados todo o tempo do show. Destaque para a adoração ao Santíssimo, que deixou toda a multidão de joelhos e em um silêncio orante. Nesse momento, os missionários da Missão rezavam pelas milhares de pessoas ali presentes. Lágrimas de alegria, proclamações e muita emoção tomaram conta do público. Outro momento bem comovente da apresentação do MSH foi a subida ao palco da Manuela, uma deficiente visual que pulava e cantava as músicas. Gustavo, ao notar o entusiasmo da jovem ali no gradil, pediu que a produção a levasse ao palco. Emocionada, Manuela cantou junto com o MSH, tirou foto e ganhou um DVD do ministério. Espaço da misericórdia Local central do evento, a capela com o Santíssimo Sacramento foi bastante visitada. Lá, o ministério de intercessão não cessou as orações ao Senhor. Ao lado, muitas pessoas receberam oração, eram aconselhadas e também se confessaram. Os apresentadores convidavam continuamente o público a irem visitar “o lugar mais importante da festa”, como bem diziam eles. 180 Graus Quero Mais Anunciado o tempo todo pelos apresentadores, o 180 Graus Fest Quero Mais será realizado no próximo sábado, 10 de dezembro, no Colégio Maria Auxiliadora, localizado na rua Joaquim Nabuco, 237, nas Graças. Com início previsto para às 16h, o evento contará com a presença do Pe. Antonio Furtado, que virá de Fortaleza para celebrar uma missa de cura e libertação.

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