Shalom recebe maior condecoração concedida pela Cidade do Rio de Janeiro

Em cerimônia realizada no Plenário Teotônio Vilella, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, no dia 9 de outubro, a Comunidade Shalom recebeu das mãos do vereador Cláudio Castro (PSC) a Medalha de Mérito Pedro Ernesto, em comemoração aos seus 35 anos de fundação. Esta é a principal homenagem que o Rio de Janeiro presta a quem mais se destaca na sociedade brasileira ou internacional. O conjunto de medalhas foi recebido pelo fundador da comunidade, Moysés Louro de Azevedo Filho. Participaram da cerimônia o Deputado Federal Hugo Leal (PSB), o Deputado Estadual Márcio Pacheco (PSC) e o representante da Prefeitura do Rio, Breno Freitas, assessor da Casa Civil. Após as boas-vindas e a execução do Hino Nacional, subiram à Tribuna da Câmara para darem o seu testemunho sobre a comunidade o engenheiro Francisco Epifânio e os jovens Daniel Epifânio, Alan Gripp, Tâmara Carvalho e Nathália Oliveira. Em seguida falaram Padre Jean Fernandes e Roneide Santos, respectivamente coordenador apostólico e responsável local da missão Rio de Janeiro. Depois foi a vez das autoridades presentes fazerem seus discursos. Eles destacaram a importância do trabalho da Comunidade Shalom para a construção de uma cultura da paz e da civilização do amor. “A Medalha Pedro Ernesto, maior comenda desta Casa, que é do povo, é um reconhecimento por todo o bem que a Comunidade Shalom faz ao Rio de Janeiro, ao Brasil e aos 29 países nos quais possui casas de missão. É um reconhecimento da importância do trabalho em prol dos dependentes químicos, dos jovens e dos pobres”, disse o vereador Cláudio Castro. Após a entrega da medalha, foi a vez de Moysés Azevedo falar. O fundador da Comunidade Shalom agradeceu ao vereador e às autoridades presentes pelas palavras de homenagem e destacou que a cerimônia representava um incentivo para que o Shalom continue sua missão de anunciar a paz ao Homem contemporâneo e assim, pela transformação da vida do Homem, transformar a sociedade. “Esta condecoração nos dá uma dimensão ainda maior de nossa responsabilidade. Atesta como nosso trabalho de evangelização provoca mudanças na vida das pessoas e demonstra o valor que esse serviço tem para nossa sociedade. Estamos conscientes de que precisamos seguir em frente e nos dedicarmos ainda mais para promover a dignidade humana”, disse Moysés. Arquidiocese do Rio de Janeiro Foto: Renan Olaz/CMRJ  

Moysés Azevedo: o Halleluya remete à eternidade, porque o Amor de Deus é para sempre

O Festival Halleluya está chegando! Moysés Azevedo, fundador da Comunidade Católica Shalom, organizadora do evento, falou um pouco sobre o slogan “A festa que nunca acaba”. O fundador explica qual o real objetivo do Halleluya, que reúne por ano mais de 1 milhão de pessoas na sua edição de Fortaleza. O Festival Halleluya acontecerá de 19 a 23 de julho no Condomínio Espiritual Uirapuru – CEU. Confira as palavras de Moysés Azevedo: O Festival Halleluya é uma festa que nunca acaba porque é proposto ao homem de hoje, aos jovens de hoje, às famílias de hoje, à cidade de Fortaleza, o verdadeiro sentido da festa. O Halleluya é uma resposta ao anseio de felicidade que existe dentro do coração do homem, pois o homem deseja ser feliz e pleno. E, muitas vezes, na busca da felicidade podemos errar nossas escolhas e nossos caminhos. O Halleluya, então, apresenta a fonte da verdadeira alegria, da verdadeira felicidade para os corações: Deus. Santo Agostinho diz que “o coração do homem foi criado para Deus e só em Deus ele pode ser plenamente feliz”. Por isso, no Halleluya, todas as atividades que fazemos (espirituais, artísticas, esportivas e solidárias) apontam para este centro, que é Deus em sua infinita misericórdia. O Deus verdadeiro, que se revela no Seu Filho, Jesus Cristo, rosto misericordioso de Deus. O Halleluya é uma proposta para que o homem possa fazer esse encontro com o verdadeiro Deus, que não é um Deus que condena, que castiga, ou um Deus que está distante de nós, mas um Deus que é Pai, um Pai amoroso. O Pai que amou tanto o mundo, que enviou o Seu Filho, não para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele. E quando o homem encontra esse amor misericordioso, o que acontece é uma festa. É muito interessante vermos nos Evangelhos, que o encontro de Deus com os homens sempre é definido como uma dimensão de festa. O homem ferido pelo pecado, que muitas vezes está longe de Deus, ao se encontrar com Deus é introduzido na festa. Acontece assim na parábola do Filho Pródigo, na parábola da Dracma Perdida. Este encontro com Deus sempre gera a festa nos corações, fazendo com que o homem encontre a verdadeira felicidade. O entendimento profundo de que só no amor de Deus, que se revela no Seu Filho, Jesus Cristo, na Sua Cruz e Ressurreição, é que ele encontra a felicidade plena. Felicidade esta que nunca acaba, porque remete ao desejo de eternidade plantado dentro do coração do homem. Nós vivemos em uma sociedade onde a felicidade parece ser uma “coisa” fácil – no sentido de ser uma felicidade deformada ou algumas vezes a busca de autossatisfação – e efêmera. O Halleluya apresenta que aquela felicidade que Deus deseja dar ao homem, é uma felicidade eterna. O coração do homem tem sede de eternidade. Muitas vezes as propostas que apresentam para nós são fundamentadas em uma alegria imediatista, mas da mesma forma que esta alegria vem, ela vai embora, gerando em nós um vazio e uma tristeza muito mais profunda. O Halleluya introduz esta alegria que não é efêmera, alegria que vem e permanece, que dá força e ânimo ao homem, ajudando-o a superar todos os desafios da vida. É aquela alegria que está no mais profundo do seu coração e que toma conta de todo o seu ser, permitindo-o ser amado por Deus e amar verdadeiramente a Deus e aos outros. Por isso, o Halleluya remete à eternidade, porque o Amor de Deus é para sempre. Deus não olha para nós a partir das nossas fraquezas, mas está sempre pronto para nos perdoar e fazer festa. O Amor dEle é fiel sempre, e mesmo quando nós não conseguimos ser fiéis, Ele permanece sendo fiel. Ele vai ao nosso encontro e deseja encontrar o nosso coração, deseja nos levar de volta para a casa dEle. Ao voltarmos para a Sua casa, sempre existe uma festa que nos recepciona, e festa de plenitude. Por isso, o Halleluya é a festa que nunca acaba, proporcional ao desejo de felicidade e de plenitude do homem.

Assembleia Legislativa do Ceará homenageia o Shalom pelos 35 anos

Nesta quinta-feira (6), às 19h, a Assembleia Legislativa do Ceará realizará Sessão Solene em homenagem aos 35 anos da Comunidade Católica Shalom. Por unanimidade de seus deputados, o Shalom será homenageado pelos 35 anos de chamado, vocação e enorme serviço prestado ao Brasil e, em especial, ao Ceará. “Nós vemos isso na sua história que é profundamente humana e profundamente divina. São diversas expressões da comunidade que mostram o rosto de Deus, por meio de projetos sociais e ações concretas de transformação de vidas”, disse o Deputado Estadual Carlos Matos e membro da Comunidade Shalom, ao requerer a Sessão Solene. Hoje, a Comunidade conta com uma estrutura de evangelização que alcança não só a “cidade mãe” Fortaleza e região metropolitana, mas também está presente em 70 Dioceses, 21 Estados Brasileiros e 24 países. Na cidade de Fortaleza, onde acontecerá a homenagem, o Shalom conta com mais de 2.900 membros consagrados da Aliança e cerca de 233 membros da Comunidade de Vida divididos em 12 casas comunitárias. Nos principais bairros da capital cearense e região metropolitana existem 27 Centros de Evangelização que realizam atividades fundamentadas na base da criação da Comunidade, que é a experiência com o Cristo Ressuscitado que passou pela Cruz.   SERVIÇO: Sessão Solene em homenagem aos 35 anos do Shalom Data: 06/07/2017 Local: Plenário 13 de maio (Assembleia Legislativa) Hora: 19h Redação com informações Assessoria de Imprensa dep. Carlos Matos

Moysés Azevedo prega no Jubileu de Ouro da RCC

A misericórdia de Deus é a última palavra, não o mal que infesta este mundo; e a efusão do Espírito é a maneira pela qual Deus nos capacita a sermos agentes de esperança neste mundo, a fim de que busquemos ser agentes do Espírito. “A multidão dos fiéis era um só coração (At 4, 32) ” foi o tema da pregação da manhã, feita pelo fundador da Comunidade Shalom, Moysés Azevedo, nesta sexta-feira, 30, na sede da Comunidade Canção Nova em Cachoeira Paulista (SP), em ocasião dos festejos dos 50 anos da Renovação Carismática Católica. Durante a pregação Moysés destacou os principais elementos da Renovação Carismática Católica (RCC), destacando a corrente de graças que emana da Renovação do Espírito e sopra em todos os membros da Igreja. O Batismo no Espírito Santo e o derramamento dos carismas, segundo Moysés, é o primeiro elemento dessa corrente de graças, “Quando a gente tem essa experiência do Batismo no Espírito Santo a nossa vida se transforma. Estamos celebrando 50 anos e é oportuno a gente se recordar disso; é uma coisa que marca a nossa história, a nossa vida”. Outro ponto importante frisado pelo fundador, após ter testemunhado sua própria experiência no início de sua conversão, é reconhecer de que Jesus é o Senhor. “Quem faz essa experiência do Batismo no Espírito Santo tem e entra nesse mistério, se rende ao coração a Jesus e a partir desse momento, não queremos viver mais para nós mesmos, queremos viver para Ele ”. O terceiro e elemento da RCC é o carisma fundador, de onde brotam as novas comunidades, homens e mulheres por inspiração, por unção do próprio Espírito fundaram as comunidades, não por vontade própria. Moysés Azevedo também ressaltou a Evangelização como o quarto ponto, “mais interessante é que a efusão do Espírito leva a um desejo evangelizador, pois quem experimenta a verdadeira transformação no Espírito não se contenta em ter isso apenas para si mesmo, mas quer ajudar outros, pois o Espírito leva o homem ao centro da vontade de Deus, e a vontade d’Ele é a salvação de toda a humanidade! ”. E pôr fim, a unidade para a missão.  “Unidade não é uniformidade, unidade é harmonia. Os carismas são diferentes, mas pertencemos e temos os elementos comuns dessa corrente de graças, dessa efusão do Espírito Santo e somos chamados a gerar essa harmonia entre nós”. A programação do Jubileu da RCC acontece de 28/06 a 02/07 entre a sede da Canção Nova e a cidade de Aparecida e conta com a presença de Patti Gallagher Mansfield, pioneira da RCC no mundo, padre Eduardo Dougherty, o pioneiro da RCC no Brasil, membros do conselho e moderadores de Novas Comunidades no Brasil. Programação: Sábado – 01/07 Na Canção Nova, Cachoeira Paulista (SP) 08h00 – Cânticos e Oração 09h15 – Testemunho: Patti Gallagher Mansfield 10h00 – Oração pedindo o Batismo no Espírito Santo – Patty Mansfield 10h25 – Intervalo 11h00 – Cânticos e Oração 11h15 – Pregação – Tema: “Receba o Espírito Santo para dar a vida” – Pregadora: Katia Roldi Zavaris 12h00 – Oração 12h25 –Intervalo 15h00 – Santa Missa 16h30 – Encerramento na Canção Nova e saída para o Santuário Nacional de Aparecida No Santuário Nacional, Aparecida (SP) 20h30 – Procissão Luminosa – da Basílica Velha até a Catedral Basílica 21h00 – Festa do Jubileu, com louvor, cânticos, artes e clamor ao Espírito Santo 01h00 – Encerramento DOMINGO – 02/07 10h00 – Missa da Romaria Nacional da RCC à Aparecida – Celebração dos 50 anos da RCC e dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida *esta programação está sujeita a alteração sem aviso prévio. Com informações da Canção Nova.

Shalom estreita laços em vista de uma possível colaboração missionária na Suécia

Na noite desta quarta-feira, 14, na sede do Escritório Internacional da Comunidade Shalom, em Roma, ocorreu um momento de partilha e jantar com o fundador da Comunidade, Moysés Azevedo, e com o Bispo de Estocolmo, Suécia, Mons. Anders Arborelius, que será feito Cardeal no próximo dia 29 de junho pelo Papa Francisco. No Consistório dos próximos dias 28 e 29 de junho,  5 bispos de várias “periferias do mundo”, de áreas geográficas em que a Igreja normalmente não nomeou cardeais ao longo da história, serão “criados” cardeais pelo Papa Francisco. Um deles é o Bispo de Estocolmo, única diocese deste importante país escandinavo, a Suécia. Mons. Arborelius é o primeiro bispo de origem sueca em Estocolmo desde o período da Reforma Protestante. Em jovem idade, convertido do luteranismo, foi atraído à Igreja Católica e à Espiritualidade católica através da leitura das Obras de Santa Teresinha do Menino Jesus e dos místicos do Carmelo. Fez-se religioso carmelita e foi ordenado sacerdote. Fez estudos na Bélgica e em Roma. É bispo de Estocolmo há 19 anos e será o primeiro Cardeal sueco na história da Igreja. Desde o ano passado, Mons. Arborelius amadurece junto à Comunidade Shalom as vias através das quais o Carisma da Comunidade e sua ação evangelizadora podem estar a serviço da Igreja da Suécia, sobretudo em vista de um apostolado dedicado à juventude. O fundador da Comunidade Shalom, Moysés Azevedo, tem tido contato com o “neo-cardeal” através das assembleias do então “Pontifício Conselho para os Leigos”, no Vaticano. No ano passado, a Assistência Internacional da Comunidade fez uma visita a Estocolmo, e a partir deste primeiro encontro na Suécia, tem-se caminhado para um discernimento sobre a presença e colaboração missionária da Comunidade na Escandinávia. Assistência Internacional

Moysés Azevedo prega sobre a Ressurreição de Jesus

“Cristo Ressuscitou, aleluia”. Com essas palavras, Moysés Azevedo, fundador da Comunidade Católica Shalom, iniciou a pregação sobre a Ressurreição de Jesus no domingo, 16, último dia de Retiro de Semana Santa. O encontro aconteceu no Ginásio Paulo Sarasate, em Fortaleza, e reuniu milhares de pessoas. Em sua fala, Moysés destacou a importância da Eucaristia e do Evangelho na vivência do novo de Deus. Utilizando palavras do Papa Francisco, Moysés explicou que o pessimismo estéril é aquele que leva uma pessoa a se acostumar com a frustração. É preciso anunciar a ressurreição às regiões mais escuras, mais ambíguas e mais incoerentes da alma. “Evangelize os seus sepulcros”, insistiu ainda. “Que seja abalado aquilo que você considera consolidado, no sentido mais negativo dentro de você. Que tudo seja recriado”, pregou o fundador. O missionário aconselha a não ter medo de expor diante de Jesus as ambiguidades, as incoerências, as fraquezas, pois, segundo ele, uma das características do Ressuscitado é unificar a alma. “O Senhor pela força do seu amor pode fazer nova todas as coisas”, explicou. Aqueles que, em Cristo, são transformados pela ressurreição anunciam que Jesus é o Senhor. Moysés destacou ainda que confessar Jesus como o Senhor implica decidir-se de forma pessoal por Ele, mesmo em meio às fragilidades humanas. “O novo nome da morte é viver para si mesmo”, afirmou. Quem vive para si mesmo está morto, mas não sabe. Somente a força da ressurreição de Cristo é capaz de visitar aqueles que estão mortos, mesmo vivos, e salvá-los. “Na medida em que nós declaramos que Jesus é o Senhor, os demônios vão sendo expulsos de nós e o mundo vai perdendo o fascínio sobre nós”, pontuou. Ele explicou que a ressurreição de Cristo dá acesso à eternidade. Esta é o próprio Deus e não um tempo sem fim, de acordo o missionário. “Usufrua da força da ressurreição de Cristo”, pediu Moysés. Eucaristia e Evangelho Moysés destacou que o Senhor chama seu povo a anunciar o palpitar do Ressuscitado, recebendo a Eucaristia e entrando na dinâmica do Evangelho. Quem come da Eucaristia come fogo. Esse fogo inflama a alma e a faz sair de si mesma, vivendo o modo de ser de Deus que é o estar sempre aberto aos outros. Ele convidou ainda os participantes do retiro a assumir o compromisso de crescer na leitura e na vivência do Evangelho de Jesus, pois só a Palavra de Deus tem o poder de despertar os cristãos dos sonos mais profundos da alma. “Não coloque os seus esforços no que passa. Coloque as potências da sua alma no que é eterno”, destacou. Pregação na íntegra Confira a pregação de Moysés Azevedo sobre a Ressurreição no Canal do Youtube da Comunidade Católica Shalom. Jonas Viana

Moysés Azevedo no Congresso Shalom Recife: “Se deixem alcançar pela misericórdia!”

Por Gean Carlos França   Missa, louvor, pregação e uma adoração ao Santíssimo, marcaram o primeiro dia do Congresso Shalom Recife, cujo tema é Misericordiados para misericordiar. Já na homilia, o frei Adalgizo, presidente da celebração eucarística, falava o quanto a liturgia do dia já introduzia bem a temática do evento. “Que esse congresso possa fortalecer a fé de vocês, que vocês possam sair desse espaço convictos da missão, ou ainda mais, conscientes dá missão de vocês; misericordiados, aqueles que foram contemplados pela misericórdia, para misericordiar, para ser canal da graça de Deus”, exortou o religioso. Na sua primeira alocução no Congresso, Moysés Azevedo, fundador da Comunidade Shalom, explicou o que é e qual a dinâmica da misericórdia Divina. ‘‘O que é misericórdia? ‘Misere’ é miséria, e ‘cordis’ coração. Deus coloca o seu coração divino em nossa miséria humana, e a miséria humana mais profunda é o nosso pecado! O seu e o meu! É ali que a misericórdia divina deseja nos alcançar. A misericórdia nos alcança em nossas feridas. Jesus vem para colocar seu coração em nossa miséria, para nos salvar.”   ‘‘Nas sagradas escrituras existem 2 termos bíblicos que o Papa Francisco gosta de retomar referentes a misericórdia – continuou Moysés. O primeiro termo na Bíblia, em hebraico, é Harami; e o segundo, Hesed. Mas o que significam? Harami significa a expressão do amor de Deus e que Ele gosta de comparar a uma versão feminina, aquele amor de entranhas, de mãe; Lembra a passagem de Isaías que questiona: ‘Pode uma mãe se esquecer de um filho que gerou?’ Harami é esse tipo de amor misericordioso, um amor de entranhas, de vísceras. A mulher abre espaço dentro de si para gerar outro ser, e se alegra com ele, sofre com ele, a ponto de estar disposta a tudo, a dar de si e, se preciso, dar a sua própria vida! E Deus nos ama assim!’’, prosseguiu. Moysés continuou falando da outra dimensão do amor misericordioso: o Hesed. ‘‘É o amor em sua dimensão mais masculina, paterna. É o amor que é fidelidade, como um pai que é fiel e que está pronto para perdoar sempre’’, explicou. ‘‘Hesed significa aliança, a aliança de Deus com seu povo. Nós queremos ser fiéis, mas nem sempre conseguimos. Mas o Amor Hesed de Deus é tão grande que ele nos diz: ‘Eu serei Hesed por mim e por ti! Se tu quebrares a aliança, o meu amor te sustentará, te reanimará, como um pai caminha com seu filho. E se você não souber caminhar, como um pai, Eu te ensinarei, te levantarei.’’’ Misericórdia: uma experiência daqueles que se rasgam Moysés esclareceu, então, o que é necessário para viver uma experiência com a misericórdia divina, reforçando a importância do reconhecimento pessoal de cada um como um pecador e necessitado da graça do Pai. ‘‘Para sermos misericordiados, a gente precisa de um receptáculo. E qual o receptáculo da misericórdia em nossa vida? O nosso pecado! É ele o lugar onde a misericórdia age. Para sermos alcançados precisamos compreender que muitas vezes escolhemos mal, erramos! Quebramos a nossa cara, ferimos a nós mesmos e aos outros. Sentimos a dor em nós e não a transferimos a ninguém, porque foi eu que escolhi, eu que pequei, eu que fraquejei.’’ ‘‘Quanto mais se abafa uma ferida, mais ela se torna podre, ela gangrena. Por isso que é uma graça reconhecer nossa miséria e expor diante de Deus, ser transparentes. A dor é necessária para sermos curados! Essa dor do ‘Pequei, Senhor!’. E, rápido, o Amor de Deus vem, cura e salva. É preciso tocar nas misérias, sentir a dor dos pecados, nos arrepender e fazer a experiência da misericórdia! Rasgue-se, ou você nunca será visitado pela misericórdia!’’, concluiu. Misericordiados: novas criaturas  “Meus irmãos, quando nos confessamos sinceramente, Deus perdoa os nossos pecados e Ele esquece. A gente não esquece, mas Deus esquece, cancela. E nós somos uma nova criatura, o que ficou para trás, ficou para trás. Deus diz: eu jogarei os vossos pecados no fundo do mar. Deus nos dar a chance de recomeçar. Você é uma nova criatura, o problema é que a gente não acredita nisso, não tomamos posse da graça que Deus dar. A misericórdia não nos remenda, mas nos recria. Nós somos uma nova criatura. Como aquele pai que vai levantando, levantando até o filho ficar de pé. A misericórdia faz isso, nos capacita para uma vida nova, real, concreta.” Misericordiar: um dever   Moisés seguiu explicando que ao recebermos a misericórdia somos impulsionados a misericordiar. “A misericórdia é uma ação de Deus benevolente. Deus que é misericordioso comigo, Deus que misericordia, nós que precisamos ser misericordiados, precisamos fazer uma experiência com a misericórdia de Deus, para misericordiar, agir com misericórdia como somos misericordiados. É isso que vamos falar nesse final de semana: misericordiados para misericordiar. Só pode dar a misericórdia de Deus quem experimentou da misericórdia. É fazendo misericórdia que podemos misericoridar. Se deixem misericordiar, se deixem alcançar pela misericórdia, com um coração reto e sincero, se deixem alcançar!”, finalizou.

Doar