Evangelização do Halleluya Rio surpreende mais de 15 mil pessoas no Boulevard Olímpico

Mais de 15 mil pessoas foram alcançadas pela alegria e entusiasmo do Halleluya Rio nos três dias de evento. Realizado pela primeira vez na zona portuária do Rio de Janeiro, o festival de artes integradas surpreendeu turistas e pessoas que passaram pela região no final de semana de 27 a 29 de outubro. Organizado pela Comunidade Católica Shalom, o Halleluya levou 13 atrações musicais para o Boulevard Olímpico. Segundo os organizadores, foram mais de 800 pessoas que receberam atendimento espiritual e mais de 500 confissões no Espaço da Misericórdia, além de cerca de 600 quilos de alimentos doados à Missão Amor que Cura, do Hospital São Francisco na Providência de Deus, que atende famílias carentes de Jardim Gramacho e é coordenado por Frei Paulo Batista. Com o slogan “A festa que nunca acaba”, o Halleluya continuará no próximo sábado, dia 4 de novembro, às 16h, com o encontro “Halleluya Quero Mais” nos centros de evangelização da Comunidade Shalom na capital fluminense. De acordo com a comunidade, esse reecontro tem o objetivo de oferecer um caminho de amadurecimento espiritual para as pessoas que participaram do evento. Os centros de evangelização Shalom ficam nos bairros Recreio, Santa Cruz, Vista Alegre, Maracanã e Catete. Promover a cultura da paz A proposta do Halleluya Rio é promover a cultura da paz no Rio de Janeiro. O convite foi reforçado pelo bispo auxiliar do Rio, Dom Joel Portella, na Missa de encerramento do evento. “Hoje, vemos a Praça Mauá como está, sua arquitetura, o urbanismo e todas as mudanças. Imagine o que podemos fazer com o amor e a fé”, disse aos participantes, convidando todos a serem a diferença que a cidade precisa. Confira os endereços onde acontecerá o Halleluya Quero Mais Data 4 de novembro, com início às 16h, em todos os Centros de Evangelização. Locais Av. Paula Sousa, 205, Maracanã Shopping Via Brasil, Vista Alegre R. Bento Lisboa, 112, Catete R. General Olímpio, 205, Santa Cruz R. Omar Bandeira Ramidam Sobrinho, 80 Casa 01, Recreio

Halleluya Rio: rosas, abraços, santos e skate

“Deus me pediu para te entregar esta rosa!” Com esse simples gesto muitos participantes do Halleluya Rio 2017 puderam experimentar o amor de Deus. É o caso da aposentada Solange Cristo Pereira, que enfrenta diversos desafios em sua vida, e se sentiu muito bem quando recebeu o presente de uma das equipes de evangelização do festival. “Eu adorei! Eu andava muito triste e preocupada com minha saúde. Mas quando eles me entregaram esta rosa e rezaram por mim, eu me acalmei”, disse. Além da entrega das rosas, a evangelização durante o Halleluya aconteceu por meio  de um “camisão” de abraço grátis seguido por Seminário de Vida Express.  “Depois de abraçar as pessoas, nós apresentamos, para aqueles que se abrem, todos os temas do Kerigma e terminamos com a efusão”, explicou a coordenadora da evangelização do Festival, Etheline Freira de Lima. Também aconteceram serenatas, produção de caricaturas, mímicas (por meio dos “sombras”) e a prática de skate e patins com os grupos concentrados na área do Museu do Amanhã. Segundo Etheline de Lima, as ações evangelizadoras foram pensadas para tocar a dignidade das pessoas e fazê–las se sentirem amadas. “A grande novidade de Deus para o Halleluya do Rio foram atividades voltadas para atingir a dignidade das pessoas de forma efetiva. O Senhor havia nos inspirado em oração que Ele queria que as pessoas se sentissem amadas concretamente, para depois vivenciarem seu amor”, explicou Etheline. Santos no meio do povo Outra novidade do Halleluya Rio 2017 foram membros da equipe de evangelização caracterizadas de Nossa Senhora Aparecida e Santa Teresinha do Menino Jesus, que tiravam fotos e interagiam com o público. A ideia surgiu durante as gravações do pré–evento quando a equipe de comunicação observou que o Boulevard Olímpico era um espaço ocupado por muito heróis dos quadrinhos e filmes. Por: Thays Assunção  

Em homilia, Dom Joel destaca revitalização da Praça Mauá como símbolo do revigoramento da fé

O último dia do Festival Halleluya teve ínicio com o ponto alto da vida cristã, a Santa Missa, celebrada pelo bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Joel Portella Amado. Em sua homilia, Dom Joel lembrou que essa área do Boulevard Olímpico está revitalizada e hoje acolhe famílias, turistas, jovens com seus skates e também aqueles que desejam fazer suas orações, como neste domingo (29/10), por meio do Halleluya. “Hoje, vemos a Praça Mauá como está, sua arquitetura, o urbanismo e todas as mudanças. Imagine o que podemos fazer com o amor e a fé”, destacou ao falar das transformações desta região do centro do Rio como símbolo da revitalização que pode acontecer na vida e fé dos cristãos. Ao descrever a vista e cenas que presenciava no momento da homilia – crianças brincando, pessoas passando, ambulantes, prédios etc -, Dom Joel ressaltou que os fiéis devem anunciar Jesus “na vida, do jeito que ela é”, ou seja, no cotidiano, na realidade de cada dia. Por igual motivo, segundo o bispo, é que o Halleluya acontece num local aberto, para que a missão aconteça nas ruas, numa verdadeira “Igreja em saída”, conforme sempre enfatiza o Papa Francisco.  

Bispo auxiliar do Rio motiva participantes do Halleluya a serem os braços de Deus no mundo

A homilia da missa celebrada pelo bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Antonio Augusto Dias Duarte, motivou os participantes do Halleluya a serem os braços de Deus no mundo de hoje. “Deus não faz nada de bom no mundo se não for por nossos braços! Precisamos então estendê-los para alcançar aqueles que estão longe dele”, disse. A celebração ocorreu na tarde deste sábado (28/10) no Boulevard Olímpico, no centro do Rio de Janeiro, e deu início às atividades do segundo dia do maior Festival de Artes Integradas da América Latina. O bispo, retomando o evangelho de São Lucas deste sábado sobre a escolha dos 12 apóstolos, acentuou que a vocação cristã não é uma escolha pessoal, mas uma decisão do próprio Cristo: “Foi Jesus que nos escolheu! Ele que foi atrás de nós, não por nossos méritos pessoais, mas por que Ele precisa do nosso apostolado na sociedade”. No encerramento, Dom Antonio convidou a todos a vivenciarem com amor o serviço a Cristo. “Nós só vamos ter uma cidade maravilhosa, se fizermos um apostolado maravilhoso! É preciso anunciar às pessoas: ‘Venham até Cristo, por que ele é o caminho, a verdade e a vida’”, concluiu. E um dos pontos altos deste segundo dia do Halleluya foi a adoração ao Santíssimo conduzida pelo arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta. O momento litúrgico aconteceu logo depois do show do Missionário Shalom e levou os participantes a momentos de profundidade e intercessão pela paz na cidade do Rio de Janeiro. Por: Thays Assunção

Halleluya Rio quer promover a Misericórdia de Deus no Rio de Janeiro

O Halleluya Rio, festival de artes integradas, tem a proposta de promover o encontro dos cariocas com a Misericórdia de Deus. De acordo com Moysés Azevedo Filho, fundador da comunidade Shalom, o cumprimento da missão do Halleluya depende também da força da comunhão da Igreja do Rio de Janeiro na evangelização da cidade.

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