“Nossas expectativas foram superadas” #TestemunhoReviver

Durante toda nossa caminhada na Igreja sempre buscamos uma vida de espiritualidade mais profunda, indo a vários eventos que poderiam nos proporcionar essa espiritualidade e vida de oração, pois sempre sentimos a necessidade de crescermos no conhecimento da Palavra de Deus devido a inquietação que tínhamos em nosso coração. Foi essa busca que nos levou a participar do REVIVER em 2016. Foram três dias de muitas bênçãos desde nossa chegada ao local do evento até o final. Tivemos nosso coração preenchido pelo Carisma Shalom e todas as nossas expectativas foram superadas, pois nos identificamos com tudo que a Comunidade Católica Shalom vive, esse novo que nos é apresentado e tudo isso nos levou a participar no sábado seguinte do reencontro, lá tivemos a alegria de conhecer aqueles que seriam nossos futuros pastores de grupo de oração e onde por graça de Deus estamos até hoje, onde ganhamos novos irmãos e uma nova família. E de onde não queremos mais sair. Quem tiver a oportunidade de participar não deixe passar. Deus tem uma obra nova esperando para fazer em sua vida também. Deus abençoe. Cláudio e Mara -Grupo de Oração Casal Martin.

#PorCausaDoReviver Eu pude compreender que só o amor de Deus basta

“Fiquei sabendo do evento através do meu namorado que faz parte da Obra Shalom. Fui criada dentro da igreja protestante assim como toda minha família. Quando eu participei do Reviver, foi o meu primeiro passo da minha longa conversão. Pois quando eu participei dos três dias do evento eu ainda frequentava a igreja evangélica, mesmo já conhecendo e ter ido ao Shalom. Minha mãe, junto dá minha família, jamais imaginou que eu iria participar de um evento católico. Quando eu contei a ela, em um piscar de olhos, tudo desmoronou. Minha mãe não aceitava de jeito nenhum e tentou me impedir de todas as maneiras possíveis para que eu não fosse. Mas ainda assim, lá estava eu nos três dias. No primeiro dia do Reviver, eu já estava completamente apaixonada por cada detalhe e pela primeira vez ter escutado sobre Maria. Estava apaixonada pelo carisma. A acolhida de todos que estavam lá me faziam me sentir acolhida pelos braços do Pai. No segundo dia do Reviver, as coisas na minha casa dificultaram ainda mais. E antes de eu sair para o Reviver, tive uma discussão horrível com a minha mãe ao ponto de quebrar o meu celular quando saiu do controle. Mas naquele segundo dia, eu já estava tão encantada pela experiência que eu estava vivendo, que coisas materiais já não me importavam mais. Fui para o Reviver depois daquele acontecimento e não consegui segurar o choro quando cheguei lá. Estava com tanto rancor dentro do coração que dizia que jamais perdoaria minha mãe por tamanha decepção. Foi ali que Deus trabalhou mais ainda. Foi ali que Deus queria de mim algo que eu custava a dar. Algo que eu nunca acreditei ser capaz de dar: o perdão. A misericórdia por aqueles que não conheciam o amor Dele e que me machucavam. Mas eu conhecia o amor Dele, eu estava bebendo de toda graça que Ele derramou. Eu fui a escolhida. No terceiro dia, minha mãe saiu de casa se recusando a lidar com o fato da minha experiência com Deus na Igreja Católica. Quando eu fui para o último dia (terça-feira), eu estava feliz, mas, ao mesmo tempo, machucada. E de 8h até às 18h, eu tive experiências maravilhosas, e uma delas, foi experimentar a graça de perdoar, de ter misericórdia, de amar aqueles que nos machucam. Eu pude compreender que só o amor de Deus basta e que na minha conversão eu não precisava de nada nesse mundo, eu não precisava de nenhuma aprovação do homem aqui na terra, eu só precisava Dele. Eu só precisava do sim de Deus, porque foi o sim Dele que me fez sair do lugar. Eu poderia não me sentir amada e acolhida por minha mãe naquele momento, mas eu era amada, eu era a predileta do Senhor. Antes da missa de encerramento com o Dom José Negri (Bispo da Diocese de Santo Amaro), no momento dos testemunhos, o coordenador apostólico pediu para que eu desse o meu testemunho. Minha primeira a resposta foi não, pois eu, que não conhecia ninguém. Mas Deus já cuidava de tudo, e foi quando Ele me disse: “você bebeu dessa graça, permita que os jovens também bebam.”. E quando eu estava contando a minha experiência com o amor de Deus e a misericórdia Dele, era Deus falando, usando minha vida para evangelizar outros jovens. E foi ali que eu tive a certeza que eu nasci para isso: permitir que a humanidade beba dá graça de Deus através dá minha vida. Dali em diante minha vida nunca mais foi a mesma. Foi o primeiro passo de uma conversão absurdamente linda, cheia de traços do amor de Deus. Em agosto de 2016, depois de 5 meses do Reviver, eu fui batizada. Em setembro, tive a minha primeira comunhão. E em dezembro, fui crismada. Levo comigo uma experiência incrível com o amor de Maria. E o Reviver vai ser sempre o meu evento preferido, foi lá que minha experiência começou.” Bianca Freitas, 15 anos Jovem da obra Shalom da missão de Santo Amaro

O Santo Rosário é a arma daqueles que querem vencer todas as batalhas

Há acontecimentos que nunca farão a manchete dos noticiários e que se arriscam a ser rapidamente esquecidos. O que vou contar a seguir aconteceu na Nigéria e é um desses casos Em Abril de 2015, por ocasião do congresso “Somos Todos Nazarenos”, que reuniu em Madrid cristãos perseguidos de todo o mundo, tive a oportunidade de conhecer Monsenhor Oliver Dash Doeme, bispo de Maiduguri, a diocese mais afetada pelo grupo terrorista “Boko Haram”. Durante o congresso, Mons. Doeme contou algo que silenciou a sala: “Tive uma visão de Jesus”, disse. “Nessa visão, o Senhor entregou-me uma espada. Quando essa espada tocou nas minhas mãos, transformou-se num Rosário.” “O Senhor falou então, dizendo três vezes: “Boko Haram is gone.” (“O Boko Haram desapareceu”). Mons. Doeme acrescentou: “Não precisei que nenhum profeta me explicasse a visão. Era óbvio que, com o Rosário, expulsaríamos o Boko Haram”. “Na Nigéria, temos o demónio do Boko Haram. Na Europa, vocês têm os vossos próprios demónios, que têm de ser eliminados: o demónio do secularismo, o demónio do casamento gay, o demónio do aborto.”, concluiu. Falei com ele pouco depois. Disse-lhe que era português, devoto de N. Senhora de Fátima, que estaria a rezar por ele. “Então, rezemos juntos à nossa Mamã Maria!”, acrescentou, com um grande sorriso. O sorriso era a sua imagem de marca, Mons. Doeme sabia que era uma questão de tempo e de confiança na ação de Deus. Não há como duvidar da intervenção divina, nos acontecimentos que se seguiram: em 2015, o grupo terrorista controlava um território semelhante ao da Bélgica; no dia 24/12/2016, o presidente da Nigéria anunciou que o exército tomara o último reduto dos terroristas islâmicos. As palavras de Mons. Doeme ficaram para sempre gravadas na minha memória. Associei-as ao que a Irmã Lúcia afirmou na sua última entrevista pública: “…a Santíssima Virgem, nestes últimos tempos em que vivemos, deu uma nova eficácia à oração do Santo Rosário. De tal maneira que agora não há problema, por mais difícil que seja, seja temporal ou, sobretudo, espiritual – que se refira à vida pessoal de cada um de nós; ou à vida das nossas famílias, sejam as famílias do mundo sejam as Comunidades Religiosas; ou à vida dos povos e das nações –, não há problema, repito, por mais difícil que seja, que não possamos resolver agora com a oração do Santo Rosário. Com o Santo Rosário nos salvaremos, nos santificaremos, consolaremos a Nosso Senhor e obteremos a salvação de muitas almas.” Neste centenário das aparições de Fátima, não cessemos de confiar na nossa Mãe, rezando o terço diariamente, como ela pediu. Porque, como afirmou o Padre Pio, “O Santo Rosário é a arma daqueles que querem vencer todas as batalhas”.   Links para as declarações do Bispo Doeme em Madrid: https://youtu.be/jpy0P6N0uxY https://youtu.be/sJcggJcLISE Nuno Capucha Almada/ Portugal

A experiência do Renascer que me levou à confirmação da minha fé

Aos meus 16 anos, como todo jovem, eu procurava razão e sentido para viver. Sentia que o mundo não se resumia ao que eu conhecia, que havia algo mais, e eu queria conhecer esse algo a mais. Sentia que precisava ser útil a esse mundo tão sedento de paz, mas como ser útil ao mundo sem conhecer antes a verdade dele? Nunca desacreditei em Deus. Para mim, ele sempre esteve ali, no céu, pronto a ajudar quando precisássemos. E foi assim que recorri a ele quando meus questionamentos, minhas dúvidas e meus anseios foram se tornando como um vazio, que quanto mais eu tentava preencher, maior ficava. Nesse momento, algo inesperado aconteceu: descobri que Deus não estava só no céu, mas estava no mundo também, estava em mim! Mas como e onde? “Deus, onde está você? Onde está sua verdade? Ela é uma só?’’ Foram as palavras que eu disse a Deus antes que meu celular tocasse. Era uma amiga, que me fez um convite: ”Você gostaria de ir ao Shalom comigo?” Olhei para o céu e disse sim. Ao chegar para a confissão, na fila, eu observava aquelas pessoas tão felizes em sua simplicidade, tão plenas, até que chegou minha vez. Ao sentar, pedi a bênção ao padre. Prontamente, ao olhar em meus olhos, antes que eu pudesse sequer dizer meu nome, ele disparou: “Sabe o que você precisa, minha filha? Sabe qual o caminho que Deus te oferece hoje? Confirmação de fé. Busque confirmar a sua fé.” Saí da confissão tonta, estarrecida por tudo que acabara de acontecer, sem saber o que aquilo significava, mas certa de que eu queria ir mais a fundo. Comecei a frequentar, com minha amiga, as missas e orações da comunidade. Era janeiro, mês de férias. Não havia tempo mais propício. Até que no início de fevereiro, outro convite mudou tudo. Era o retiro de carnaval da comunidade. Durante três dias eu procurei meu lugar em Deus, o lugar dele em mim, e descobri que Deus, a verdade do mundo e a minha verdade não estavam separados, estavam intimamente ligados. No último dia do retiro, eu caminhava entre as pessoas, vagando em meus pensamentos sobre tudo que havia acontecido no último mês e pensando que quando você busca a Deus, ele não o decepciona. Decidi que faria a crisma, o sacramento de confirmação da fé. Então, meus pensamentos foram interrompidos por uma moça que andava para lá e para cá, com alguns papéis. Mal sabia eu que entre eles estava o meu passaporte para alcançar o que eu tanto almejava. Ela veio na minha direção e disse que estava inscrevendo quem quisesse entrar na turma de crisma daquele ano. Eu só precisava preencher uma das fichas que ela trazia nas mãos. Tremendo, olhei para o céu e disse sim. Deus nos faz muitos convites, e eu não me arrependo nem por um segundo de ter aceitado os que ele me fez. Hoje, crismada, e já há dois anos na Comunidade Shalom, tendo encontrado um lugar, o sentido e a Deus, que mesmo que eu não percebesse era o alvo da minha busca, eu só tenho a agradecer. NA FÉ, EU ENCONTREI A VERDADE, ENCONTREI MEU LAR! Catarina Vieira

Namoro santo? É possível!

Namorar é muito bom, saímos daquilo que chamamos de EU para se importar com o TU e juntos formamos o NÓS! Mas o NÓS só é possível com a presença de DEUS, sim ele mesmo, há um segredo nisso tudo, é um convite que o próprio Deus nos faz para conhecer e explorar esse caminho. Ao longo desses anos todos, no namoro muitas vezes me questionei como duas pessoas completamente diferentes podem se amar tanto?! A resposta é simples, se elas fossem iguais não suportariam se quer um instante, como imãs com pólos iguais que se repelem, se afastam. O imã é uma figura engraçada são denominados como corpos de materiais ferromagnéticos que têm a capacidade de atrair outros materiais ferromagnéticos, são classificados como dipolos, ou seja, tem dois pólos. Esses dois pólos sendo diferentes conseguem se atrair e quando esses pólos são iguais eles se afastam. Na verdade, o namoro voltado para si é apenas um dos pólos do imã que se repele, se afastam de Deus e da Santidade, são tão iguais que rejeitam a forma perfeita do AMOR. A busca incessante pela perfeição ou a procura pela pessoa perfeita cada vez mais cresce. Professor Felipe Aquino retrata muito bem o tempo de hoje: “Infelizmente a nossa sociedade trocou a “cultura da alma” pela “cultura do corpo”. A prova disso é que nunca como hoje as cidades estão tão repletas de academias de ginástica, salões de beleza, cosméticos, cirurgias plásticas, etc…Investe-se ao máximo naquilo que é a mais inferior na dimensão do ser humano – embora importante -o corpo. É claro que todas as moças querem namorar um rapaz bonito, e também o contrário, mas nunca se esqueça que o mais importante é “invisível aos olhos”. O que é visível desaparece um dia, inexoravelmente ficará velho com o passar do tempo. Aquilo que você não vê: o caráter da pessoa, a sua simpatia que se mostra sempre atrás de um sorriso fácil e gratuito, o seu coração bom, a sua tolerância com os erros dos outros, as suas boas atitudes, etc., isto não passa, isto o tempo não pode destruir. É o que vale.” O que vale realmente é invisível aos nossos olhos e o namoro é o tempo de descobrir não classificando apenas como qualidades da pessoa, mas sim aquilo que ela tem e poderá me ensinar através do amor, aquilo que completará o que falta em mim.O amor espera, não avança os sinais, não é egoísta a ponto de o outro fazer só o que me satisfaça, não é invejoso, não segue os padrões do mundo apenas por medo de ser rejeitado. O amor espera o tempo certo, o amor ordena as paixões desordenadas, mesmo quando percebemos que realmente é aquela pessoa que vamos passar o resto da vida juntos o amor ajuda a resguardar o segredo da nossa alma respeitando os limites do nosso corpo não transforma em algo banal o sexo, mas ajuda e direciona para o tempo certo. Não é impossível viver todas essas coisas, o namoro é uma aposta certa para viver a santidade aqui na terra, aprendemos a ser Cristo na vida de quem amamos, nos responsabilizamos pela santidade do outro, sem ter isso como um fardo apenas o AMOR.   Carol Nascimento, Discípula da Comunidade de Aliança.  

Emmanuel, o recém-nascido abandonado no lixo e salvo pela Madre Teresa

O seminarista francês Emmanuel Leclercq é autor, entre vários outros livros, de “Méditer avec Mère Teresa” (“Meditar com a Madre Teresa”). Doutor em filosofia moral, ele esteve em Roma neste fim de semana para a canonização da Madre Teresa de Calcutá e deu uma entrevista à rádio francesa RTL, na qual narrou a sua história singular. Emmanuel contou que nasceu em 9 de setembro de 1982 na favela Amravaki, de Bombaim, e, dez dias depois, foi abandonado pela mãe em uma lata de lixo em frente a um orfanato da congregação das Missionárias da Caridade. Quis a Providência que, naquele mesmo dia, a própria Madre Teresa fosse visitar o local e encontrasse a criança, imediatamente levada para dentro daquela que Emmanuel considera a sua primeira casa de verdade. “Eu devo tudo à Madre Teresa. Devo a ela o meu nascimento, devo a ela, por completo, toda a minha vida“, disse o seminarista. Se não fosse por ela, acrescentou, “eu não estaria aqui na Praça de São Pedro para agradecer ao Senhor e rezar“. Depois algum tempo aos cuidados das missionárias, Emmanuel teve a graça de ser adotado. Seus novos pais eram um casal francês e seus novos quatro irmãos eram um indiano, um haitiano e dois franceses. “Uma comunidade de amor“, resume ele. Emmanuel voltou à Índia, faz algum tempo, a fim de visitar a casa que o acolheu logo que fora abandonado. Ele trabalhou com as Missionárias da Caridade e conheceu uma freira, já idosa, que tinha sido testemunha do seu “nascimento” naquela casa. Por meio dela, recorda Emmanuel, ele veio a conhecer melhor a própria história. Hoje doutor e seminarista da diocese de Avignon, Emmanuel Leclercq fez da fé o motivo central da sua vida. “Na palavra ‘abandonner’ está a palavra ‘donner’“, observa ele, em referência aos termos franceses para “abandonar” e “doar”. E continua, demonstrando compreensão e misericórdia para com sua mãe biológica, que se viu forçada pela miséria a abandoná-lo diante do orfanato das missionárias: “A minha mãe me abandonou para me doar a vida, e me doou a vida de uma forma extraordinária, porque foi a Madre Teresa que me tornou digno dessa vida“, concluiu Emmanuel, depois de acrescentar ainda a sua admiração e reverência por outro santo que viveu a mesma época da agora Santa Teresa de Calcutá e que foi um grande amigo dela: São João Paulo II. Fonte: Aleteia

Alegria por ter sido escolhido pra colaborar com a criação divina, por ser pai

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Certa vez, conversando com um amigo sacerdote falei-lhe o que experimentava ao ter me tornado pai: para mim, cuidar de um filho é como ter uma “hóstia” em casa. Guardando a “licença poética”, é assim que me sinto, como um sacerdote, que tem em suas mãos o Supremo Rei do Universo, mas tão frágil, tão dependente de suas mãos, tão indefeso… Pra mim ser pai é isso: ter nas mãos um bem tão precioso, tão lindo, e ao mesmo tempo tão frágil, tão dependente de você… como uma hóstiazinha que se confia às mãos frágeis e pecadoras de um sacerdote. Deus me confiou essa hóstiazinha, pra educá-la, cuidar e, como um sacerdote, oferecê-la ao Pai para que Ele possa, no tempo devido, fazer dela o que quiser…. Ser pai é ter uma hóstia: não na dimensão sagrada, logicamente! Mas na dimensão do cuidado, da fragilidade e da responsabilidade que essa missão trás consigo… Rezando hoje de manhã, com minha hostiazinha no colo, me lembrei dessa conversa. Me deu uma profunda alegria e também um imenso constrangimento: alegria por ter sido escolhido pra colaborar com a criação divina, por ser pai. Constrangimento por ser tão pecador, por ser tão fraco, por ser tão “vaso de barro” ao receber tamanha graça… Obrigado Senhor, por me teres escolhido! Tobias Cortez Missionário da Comunidade Católica Shalom

Sim, é possível viver um namoro casto nos dias de hoje

Me chamo José Neto e hoje completo 3 anos de namoro com Rita Raquel, aquela que Deus escolheu para trilharmos juntos com Ele, um santo caminho de namoro. Somos ambos Vocacionados da Comunidade Católica Shalom e nesse testemunho vou falar da nossa experiência de vivermos um namoro santo e contar sobre como o Senhor me atraiu para Ele através dela e como também através dela, Ele me deu a graça de conhecer o Carisma Shalom. Nos conhecemos através de um amigo em comum, no dia 12 de fevereiro de 2013, no Adorar-te, evento de carnaval promovido pelo Shalom de Redenção. Sua beleza me encantou no momento em que a vi, mas disse para mim mesmo que isso não era algo comum. Mal sabia eu a riqueza do sentimento que Deus tinha acabado de colocar em meu coração. Poucos dias depois, nos tornamos amigos no facebook e passamos a conversar frequentemente. Após um tempo, trocamos números de telefone e passamos a conversar por SMS. As conversas já eram diárias. O sentimento estava crescendo. Era algo novo. Não tardou a vir a primeira declaração de amor. Pelo telefone. Os dois nervosos. E saiu o primeiro “Eu te amo”. Quem imaginaria que viriam tantos outros depois desse. Fomos ficando mais íntimos e alimentando ainda mais esse sentimento, até que em 05 de janeiro de 2014, pedi oficialmente aos seus pais para namorá-la. E aí inicia-se a nossa caminhada de namoro. Eu participava das missas aos domingos, mas minha vida na igreja se resumia a isso. Ela era da Obra Shalom de Redenção, mas estava um pouco afastada devido aos estudos. Pra mim, um namoro deveria ser da forma que o mundo prega. Tudo era permitido. Tudo era lícito. Afinal, são duas pessoas que se amam, não? Como eu estava enganado. Eu sequer conhecia o conceito de castidade. Namoro santo então? Nunca ouvi falar. Ela me apresentou tudo isso. Me mostrou a graça de viver a castidade no namoro. De amar a Deus acima de tudo. De amar sem usar. Acho que foi um trabalho bem difícil pra ela. Mas o Senhor dá a graça necessária. Através dela, Deus mudou totalmente a minha mentalidade. Vivemos um namoro casto, buscando amar um ao outro, mas amando sempre a Deus em primeiro lugar. E apesar de todas as dificuldades, de todas as tentações, podemos dizer que sim, é possível viver um namoro casto nos dias de hoje. É preciso oração, pois o combate é enorme. Mas Deus é maior que qualquer inimigo. Foi também através dela que eu pude conhecer o Carisma Shalom. Em outubro de 2014, houve um Seminário de Vida no Espirito Santo para Universitários no Shalom de Redenção. Ela participou comigo e fez um esforço enorme para que eu vivesse bem cada momento. Depois do SVES comecei a participar do Grupo de Oração e a crescer mais e mais na intimidade de Deus. No início do ano passado, foi a minha vez de aproxima-la mais do Senhor. Sentia em meu coração um constante desejo de me ofertar mais ao Senhor e partilhava isso com ela, mas ela sempre relutava quando se falava em vocacional. Pedi apenas para que ela rezasse em relação a isso e cerca de uma semana depois, ela me disse que nas suas orações, o Senhor também a chamava para o vocacional. Ingressamos no vocacional e temos vivido juntos esse tempo de graça do Senhor. A cada passo que o Senhor nos confirma na vocação, ele também confirma o nosso relacionamento através de partilhas dos irmãos sobre nós e sobre como vivemos o nosso namoro. No meu retiro final do vocacional, durante uma adoração, o Senhor me fez perceber o quanto ela significava para mim e que era vontade dEle que estivéssemos vivendo tudo isso juntos. Hoje eu percebo que um namoro santo não é apenas um namoro onde se vive a castidade, mas é também um namoro onde um aproxima o outro de Deus e que diante das dificuldades, um ajuda o outro a se levantar e caminhar novamente em direção ao Divino Esposo. Nesse dia em que comemoramos 3 anos de namoro, meu coração se enche de louvor e gratidão a Deus, por tudo o que Ele me proporcionou e me proporciona através desse relacionamento! Te amo meu amor, obrigado por me fazer conhecer e amar o verdadeiro Amor!

Testemunho Acamp’s

O Projeto Juventude para Jesus da Comunidade Católica Shalom realiza todos os anos o Acamp’s, acampamento de jovens que durante as férias é uma opção de lazer, entretenimento, e uma oportunidade para que os jovens tenham um encontro pessoal com Deus. Muitos são os testemunhos daqueles que participaram do Acamp’s, onde os jovens percebem a beleza em ofertar-se a Deus na alegria da juventude. Confira o testemunho de Bruna, membro da obra a um ano e meio e que conta como foi concreta sua experiência com Deus no Acamp’s. “Me chamo Bruna, tenho 20 anos e sou estudante. Participei do Acamp’s em julho de 2015, e sou da Obra Shalom a um ano e meio. O que mais me chamou atenção do Acamp’s foi a alegria em ser de Deus. No Seminário de Vida ocorrido no Acamp’s, eu tive uma experiência muito concreta com Deus e Seu amor. Ele foi demonstrando sua presença constante, concreta e fiel em toda minha vida. Fez-me reconhecer a grandeza de seu amor e cuidado comigo. Descobri o que o meu coração tanto procurava, ser alma esposa de tão grande amor. Em todos os momentos, no lazer, nas animações, na adoração, era visível uma felicidade diferente. A alegria dos jovens me contagiava e me fez perceber que Deus me aceitava jovem, da minha forma. Pude ter uma experiência que aprofundou meu coração no amor de Deus e no carisma Shalom. Essa é minha alegria, esse desejo em ser de Deus, nunca passou. Permanece até hoje em meu coração e me fez querer renovar essa experiência em Deus todos os dias.” .:: Saiba mais sobre o Acamp´s 2017::.   Por Carolina Lima

Minha família teve uma forte experiência no Réveillon da Paz 2015

A oportunidade de participar com minha família do Réveillon da Paz de 2015 foi, sem dúvidas, muito especial. Uma experiência na qual percebi concretamente a providência de Deus e a importância da confiança Nele. Tradicionalmente, eu, meus dois irmãos e meus pais vivenciávamos juntos a virada do ano, participando da Santa Missa e comemorando logo após a passagem do ano em outros lugares. Entretanto, ano passado, houve o convite de uma experiência diferente de todas que já havíamos realizado. A Comunidade Católica Shalom, da qual faço parte, promoveu a 1ª Edição do “Réveillon da Paz”. Assim, a mesma motivação que recebi no meu grupo de oração para viver esta festa, levei até a minha família, já que desejava viver com eles este momento. Embora existisse a insegurança de um “não” como resposta, sentia em meu coração que deveria insistir porque Deus tudo faria. Desta forma, Ele cumpriu e nos conduziu até o Shalom. Hoje minha família testemunha a forte experiência que o “sim” proporcionou. Afirmam que sentiram a presença de Deus através do louvor, da adoração e das orações. Meu pai – mesmo mostrando resistência no início por gostar de observar a beleza das luzes e a queima dos fogos – reconhece que estar com Deus naquela virada de ano o preencheu de tal forma que não fez diferença ou falta apreciar o que o mundo sempre lhe oferecia. Também eles relatam que valeu a pena deixar tudo por Ele e que a Unidade e a entrega das pessoas que estavam presentes colaboraram para que tudo ocorresse com muita alegria. Portanto, além das graças recebidas, viver esse Réveillon foi uma imensa alegria, uma vez que foi possível estar com minha família e amigos, ser utilizada como instrumento da vontade de Deus e provar da Sua confiança. *Juliana Schulmeister é vocacionada da Comunidade Católica Shalom

Doar